sexta-feira, 30 de abril de 2010

Creme de Queijo no Pão Italiano !!!


Ingredientes

• 200g de cream cheese
• 2 colheres de manteiga
• 1 xícara de farinha
• 1 lata de creme de leite
• Parmesão ralado
• Sal e pimenta a gosto

Modo de Preparo

Misturar todos os ingredientes numa panela e levar ao fogo baixo. Depois de cozidos, retirar do fogo. Bater tudo no liquidificador. Servir quente.
Dica do Chef: Tomar cuidado para não deixar o creme de leite ferver.

quinta-feira, 29 de abril de 2010

Verdadeiro Molho Bolonhesa !!!


Confira a receita do legítimo molho bolonhesa, registrada na Câmara de Comércio da cidade de Bolonha, na Itália

Ingredientes:
300g de cartella de boi (carne moída)
150g de pancetta (bacon)
50g de cenoura
50g de aipo
50g de cebola
5 colheres de sopa de molho puro de tomate
1/2 copo de vinho branco
200ml de leite integral
Sal e pimenta-do-reino

Modo de preparo:
Coloque a pancetta picada em uma frigideira, deixando cozinhar na própria gordura. Pique a cenoura, o aipo e a cebola e junte com a pancetta, refogando lentamente. Acrescente a carne e mexa até começar a fritar. Junte o vinho e o tomate, deixando ferver durante duas horas. Nesse período, vá acrescentando, aos poucos, o leite, o sal e a pimenta.

terça-feira, 27 de abril de 2010

Cuscuz e Carne Moída !!!


Timbale de cuscuz, shitake e carne moída

- 1 xícara de cuscuz marroquino
- 1 xícara de água ou caldo de carne

- 2 dentes de alho picados
- 500g de carne moída
- 1 bandeijinha de shitake
- azeite
- 1/2 colher de sopa de molho inglês
- sal e pimenta do reino
- cebolinha picada (opcional)

Aqueça uma panela, derrame nela o azeite e doure o alho picado. Junte a carne e cozinhe até dourar. Acrescente os cogumelos e tampe, para que soltem bastante água. Tempere com sal, pimenta do reino e molho inglês. Deixe a água evaporar.

Enquanto isso, prepare o cuscuz, cobrindo os grãos com a água ou caldo fervente e deixando descansar por cinco minutos com tampa. Passado o tempo, retire a tampa e tempere com azeite e sal.

Monte os timbales colocando uma camada de cuscuz em uma forminha (ramequim), cobrindo com a carne e firmando bem o conteúdo. Vire sobre o prato e voilá, carne moída requintada.


Fonte site: Mixirica

segunda-feira, 26 de abril de 2010

Cachorro Quente Bidu !!!


Ingredientes:

1 baguete cortada ao meio
1 salsicha cozida
3 colher(es) de sopa de chili
2 colher(es) de sopa de queijo feta ralado
1 colher(es) de sopa de milho em conserva
Chili

250 grama(s) de carne bovina
1 colher(es) de sopa de cebola roxa picada
azeite o suficiente para refogar
2 colher(es) de sopa de tempero para chili
3 xícara(s) de chá de molho de tomate
sal a gosto
Modo de preparo
Grelhe a salsicha em grelha de carvão por 1 a 2 minutos ou até o ponto de preferência, virando na metade do tempo. Aqueça as duas metades do pão e coloque a salsicha. Por cima, coloque o chilli (modo de preparo abaixo), o milho e o queijo feta ralado. Sirva com batata palha à parte.

Chili

Refogue a cebola roxa e a carne moída no azeite até dourar. Acrescente o molho de tomate, sal e tempero para chilli e deixe reduzindo até o ponto desejado.


Receita da Lanchonete da Cidade.
Al. Tietê, 110. Tel.: (11) 3086-3399

sábado, 24 de abril de 2010

Fondue Sertaneja !!!


Fonte:
Wanderson Medeiros - chef do Restaurante Picuí, em Alagoas

Tempo de Preparo
Médio - 2 horas
Rendimento

6 porções


Dificuldade de preparo
Fácil
Custo aproximado
Médio

Ingredientes:

6 cajus sem pele cortados ao meio
1 xícara de açúcar
água suficiente para cobrir os cajus
100 g de creme de leite
450 g de queijo de coalho cortado em cubos médios

Modo de preparo:

Coloque os cajus, a água e o açúcar em uma panela tampada e leve ao fogo baixo até que as frutas fiquem bem cozidas. Processe o doce de caju, misture o creme de leite e leve a uma panela para esquentar. Sirva ainda quente mergulhando os cubos de queijo no doce.


Links relacionados


www.picui.com.br

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Salada de feijão branco com rúcula !!!



Ingredientes:
200g de feijão branco
Água, o suficiente
1 cebola cortada em rodelas finas
2 tomates médios sem sementes picados
1 colher (sopa) de vinagre
Sal e pimenta-do-reino a gosto
1 maço médio de rúcula


Modo de Preparo:Lave o feijão e deixe-o de molho na água por 1 hora. Em seguida, escorra e coloque-o na panela de pressão. Adicione água, feche a panela, leve ao fogo e cozinhe até o feijão ficar macio. Retire do fogo e escorra a água. Reserve. Misture numa tigela a cebola, o tomate, o vinagre, o sal e a pimenta-do-reino. Regue o feijão, ainda quente, e disponha a mistura numa saladeira. Sirva frio com rúcula.

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Moqueca é moqueca. O resto é peixada !!!





Simbólica na Bahia e no Espírito Santo, a receita da moqueca guarda uma questão polêmica. Os baianos, para alfinetar os capixabas, costumam dizer que moqueca é baiana, o resto é peixada. Já os capixabas consideram a sua moqueca a mais autêntica.

Já viajei em pesquisa no Recôncavo Baiano, que tem um repertório tradicional e diversificado do prato, e pelo litoral do Espírito Santo, onde provei algumas das melhores receitas capixabas. Deixando a rivalidade de lado, e sem fazer média, acho que ambas, quando bem feitas, são excepcionais. Nesse texto fiz uma escolha. Mas ela é puramente editorial. Vou falar apenas da moqueca baiana agora, porque de outro modo não conseguiria me aprofundar em nenhuma das duas. Depois vamos para a capixaba.

Primeiro, é bom visitar a origem da moqueca

O nome é indígena e vem de pokeka (embrulho). Faz alusão à forma como os índios brasileiros faziam seus peixes, embrulhando-os em folha de bananeira com pimenta e colocando o pacote embaixo de cinzas quentes ou brasas. Com o tempo, esse método dava ao peixe o nome de moqueado. Na evolução da nomenclatura – e da própria receita, que pouco guarda da feitura original – o prato como conhecemos hoje acabou virando moqueca, com versões diferentes na Bahia e Espírito Santo.

Sem azeite de dendê, a moqueca baiana não existe

Em geral, os peixes pequenos são os mais apropriados para a moqueca baiana, pois pegam mais facilmente o gosto e cozinham rapidamente. No entanto, poucas receitas brasileiras apresentam tantas variações. E elas não são meras invencionices da modernidade. Desde a primeira metade século XX existem formas diferentes de compor o prato.

O historiador Luís da Câmara Cascudo em História da Alimentação no Brasil, editado em 1960, falava em diversidades de moquecas como de camarões frescos e ostras, de ovos, de carne, de aipim, de miolos, de ovos de peixe graúdo e de postas, de peixe miúdo, de peixe salgado, de repolho, de tomate, de siri e de maturi (caju verde).

Um chef baiano que gosta de expressar essa variedade de moquecas do Recôncavo Baiano é Beto Pimentel, do Paraíso Tropical, em Salvador. Entre suas criações consta a moqueca calapolvo que leva, entre tantos outros ingredientes, camarão fresco e seco, polvo, lagosta, maturi, palmito, leite de coco e variados temperos.

Na cidade de Valença – ponto de partida rumo à bela e turística ilha de Morro de São Paulo –, encontrei uma variedade de moquecas que me deixou impressionada. Na ocasião, ao me fazer provar de feijão, de jaca, de caju (a receita abaixo), de camarão com quiabo e de maturi, a chef Samira Sarmento me fez conferir no paladar o que já dizia Câmara Cascudo. Samira, que na época trabalhava num hotel e hoje faz pratos para festas e recepções, não só cozinha muito bem, como fala com conhecimento de causa das receitas da sua terra. “A moqueca de feijão, por exemplo, faz parte dos pratos do dia-a-dia daqui”, diz. “Também é comum em nosso município e arredores encontrar uma receita de moqueca que leve ingredientes como o mamão verde, o chuchu picadinho ou a banana prata”.

Alguns ingredientes podem parecer um pouco estranhos para uma moqueca, mas ficam deliciosos naquela panela de barro borbulhante e aromática. Ai, que vontade que dá de provar uma delas agora. Rapaiz!

Na semana que vem, vou falar sobre a moqueca capixaba, suas diferenças com relação à baiana e suas peculiaridades. E vamos entender porque há tanta rixa entre os dois pratos, que são receitas emblemáticas dos estados da Bahia e do Espírito Santo.

Moqueca de caju
Rendimento: 4 porções
Ingredientes
15 cajus
2 tomates em pedaços
2 cebolas em pedaços
½ pimentão, sem sementes, em pedaços
2 dentes de alho
5 folhas de coentro largo
5 talos de coentrinho
1 colher (sobremesa) de extrato de tomate
Suco de dois limões
100 ml de azeite-de-dendê
300 ml de água
500 ml de leite de coco
Sal a gosto

Modo de fazer
1. Retire as castanhas dos cajus.
2. Fure inteiramente os cajus com um garfo e esprema-os para que saia um pouco do líquido.
3. Afervente os cajus em água e sal, escorra-os e corte-os ao meio, no sentido do comprimento. Reserve.
4. Passe no liquidificador os tomates, as cebolas, o pimentão, o alho, os coentros, o extrato de tomate e o suco de limão.
5. Em uma panela, de preferência de barro, refogue os temperos liquidificados e introduza o azeite-de-dendê, o caju, a água, o leite de coco e o sal.
6. Cozinhe por aproximadamente 15 minutos, retire do fogo e sirva bem quente.

Fonte site IG

terça-feira, 20 de abril de 2010

Chimichurri al ajo !!!


Chimichurri al ajo
do livro Así Cocinan los Argentinos, que a Dadivosa também tem.

- 1 xícara de óleo de canola
- 4 dentes de alho picados
- 4 colheres de sopa de salsinha picada
- 3 colheres de sopa de vinagre
- 3 colheres de sopa de vinho tinto (o resto da garrafa é seu, para acompanhar a comidinha)
- 1 colher de chá de sal
- 1 colher de chá de orégano ou tomilho
- 1 folha de louro quebrada em pedacinhos
- pimenta moída na hora a gosto

Misture tudo. Pronto.

ps: na receita original o moço diz para bater tudo no liquidificador. Mas eu prefiro chimichurri com pedacinhos. Uma alternativa é bater metade e preservar 50% dos pedaços.

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Shitake Refogado !!!




ingredientes:

200g de cogumelos shiitake
( 1 bandeja)
1 cebola
2 colheres de sopa de molho de soja
Sal
Pimenta-do-reino
1 colher de sopa de purê de tomate sem tempero
2 colheres de sopa de óleo canola




Corte o cabo dos cogumelos e descarte-os, são duros e não irão amolecer durante o cozimento. Corte-os em fatias finas, lave-os em água corrente.

Aqueça o óleo em uma caçarola, acrescente a cebola cortada em fatias finas no sentido do comprimento, quando estiverem transparentes misture as tiras de shiitake, tempere com sal e tampe a panela.

Quando os cogumelos tiverem soltado bastante água, misture o purê de tomate e o molho de soja. Cozinhe até as tiras estarem bem macias. A quantidade de molho é de aproximadamente dois dedos de líquido na panela. Acrescente água uma ou duas vezes. Tempere com sal e pimenta e sirva.

sexta-feira, 16 de abril de 2010

FRENCH RACK DE CORDEIRO !!!


Ingredientes:
pimenta-do-reino moída na hora a gosto
sal a gosto
1 colher (sopa) de azeite de oliva
1 dente de alho picado
1 colher (sopa) de alecrim fresco picado
1 fench rack de cordeiro som 4 costelas

Preparo:
Retire a carne da geladeira 1 hora antes do preparo para que chegue à temperatura ambiente. Ligue o forno no máximo. Pique bem as folhas do alecrim e o alho e misture como o azeite. Deixe pegar gosto por 15-30 minutos. Coloque a carne em uma assadeira (sempre compatível com a quantidade de carne) untada. Disponha o carré com a curvatura dos ossos para baixo encostado na assadeira. O tempo de forno deve ser de12 a 15 minutos dependendo do forno. Teste o ponto de cozimento, pressionando a carne com as cortas do garfo. Quanto mais elástica, mais crua.

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Sanduíche de Forno !!!

Ingredientes:

1 pacote(s) de pão de forma
150 grama(s) de mussarela ralado
100 grama(s) de queijo provolone ralado
150 grama(s) de queijo parmesão ralado
manteiga pra untar o refratário
Molho Branco

1 litro(s) de leite
2 colher(es) de sopa de amido de milho
sal, noz moscada e pimenta do reino a gosto
1 lata(s) de creme de leite com soro
Recheio

2 colher(es) de sopa de azeite
50 grama(s) de bacon em cubinhos
1 dente(s) de alho
1 xícara(s) de chá de cebola picada em cubinhos
1 xícara(s) de chá de tomate sem pele cortado em cubinhos
300 grama(s) de brócolis cozido al dente e picado
sal e pimenta do reino a gosto
Modo de preparo
Molho Branco

Bata todos os ingredientes com um mixer e leve ao fogo para engrossar. Reserve.

Recheio

Leve ao fogo uma panela com o azeite e frite o bacon. Retire e reserve. Frite o alho na gordura que sobrou do bacon e em seguida acrescente a cebola, os tomates e os brócolis. Deixe refogar rapidamente, tempere a gosto e reserve.

Montagem

Unte um refratário grande com a manteiga e disponha 10 fatias de pão. Espalhe o recheio de brócolis e os queijos mussarela e provolone ralados. Cubra com as fatias de pão restantes, coloque o molho branco, polvilhe com o queijo parmesão. Decore com bacon e leve ao forno por aproximadamente 15 minutos.

domingo, 11 de abril de 2010

Casadinho Gelado !!!


Ingredientes
polpa de 1 maracujá
1 xícara e meia (chá) sorvete de creme
meia xícara (chá) de Café Pilão Verão frio
1 xícara (chá) de açaí congelado



Modo de preparo
Bata no liquidifcador a polpa junto com o
sorvete e reserve. Bata no liquidifcador o
café junto com o açaí e reserve.
Coloque em minicopos os dois cremes ao
mesmo tempo, deixando um de cada lado do
copo. Sirva gelado.

sexta-feira, 9 de abril de 2010

Cesta de Abobrinha !!!







POR MARCO MERGUIZZO
FOTO RICARDO D'ANGELO

Coxinha de frango com catupiry com cerveja. Espécie de mantra para uma fiel legião de seguidores em São Paulo, a associação é imediata: Frangó. Ao lado de seu sócio e cunhado Cassio Piccolo com o qual faz dupla no comando desse bar cult paulistano, Norberto D'Oliveira é referência constante quando o assunto à mesa é o universo cervejeiro e a chamada gastronomia de boteco. Veja abaixo como preparar a Cesta de Abobrinha, receita campeã assinada pelo expert em loirinhas e comidinhas de balcão, que está na seção Couvert da edição de fevereiro. Depois de devorá-la com os olhos na revista - que já está nas bancas, não perca o ranking de loirinhas e o guia de cervejarias brasileiras -, se esbalde à mesa e faça bonito com os amigos.

CESTA DE ABOBRINHA
6 porções

Abobrinhas

2 abobrinhas
Azeite e sal a gosto

Recheio de alichela

50 g de alichela picada
1 xícara (chá) de azeite
1 pimenta dedo de moça picada
1 maço de salsinha picada
1 dente de alho pequeno
1 folha de manjericão (para enfeitar)

Recheio de calabresa

100 g de queijo parmesão ralado (para gratinar)
2 linguiças picadas
1 pimenta dedo de moça sem sementes picada
1 folha de hortelã (para enfeitar)
1 cebola média picada

Abobrinhas

1 Corte as pontas das abobrinhas e depois em três partes iguais. 2 Com a ajuda de uma colher pequena cave um buraco cuidando para não atravessar o fundo. 3 Passe o azeite, o sal e grelhe de ambos os lados sem deixar que amoleça, reserve.

Recheio de alichela

1 Misture os ingredientes e recheie as abobrinhas. 2 Enfeite com uma folha de manjericão.

Recheio de calabresa

1 Refogue os ingredientes e recheie as abobrinhas. 2 Cubra com queijo parmesão e gratine. 3 Enfeite com uma folha de hortelã.

Receita de Norberto D'Oliveira, do Frangó, Largo da Matriz Nossa Sra. do Ó, 168, Freguesia do Ó, tel. (11) 3932-4818, São Paulo, SP; frangobar.com.br

quarta-feira, 7 de abril de 2010

Picanha Summus com batata ao murro !!!


1 peça(s) de picanha de 1 kg


sal grosso
sal a gosto
2 colher(es) de sopa de alho moído
4 batatas
Modo de preparo
Corte a peça no sentido contrário às fibras em quatro porções, tempere com sal grosso e coloque as carnes na grelha. Para a carne ficar ao ponto, deixe por 10 minutos, virando dos dois lados. Se preferir mal passada, deixe-a na grelha por 6 minutos.

Cozinhe a batata em água e sal com a casca. Quando estiver pronta, amasse com as mãos e faça um corte com a faca na parte superior, adicionando meia colher de alho moído em cada batata. Dica: Coloque o sal somente na hora em que for grelhar a carne. O sal colocado com antecedência faz com que ela fique ressecada, perca o seu suco e, consequentemente, o seu sabor.


Receita do restaurante Baby Beef Rubayat.
Alameda Santos, 86 - São Paulo.
Tel.: 11 3141-1188

terça-feira, 6 de abril de 2010

Risoto de Carne Seca com Abóbora !!!


Ingredientes:

150 grama(s) de arroz arbório
1 litro(s) de caldo de legumes
300 grama(s) de carne seca dessalgada, cozida e desfiada
1 abóbora Moranga com aproximadamente 30 cm de diâmetro
100 grama(s) de abóbora picada
150 grama(s) de requeijão
5 colher(es) de sopa de manteiga
2 ramo(s) de cebolinha
1 cebola média picada
azeite para untar a moranga
3 dente(s) de alho picados
pimenta do reino a gosto
sal a gosto
100 grama(s) de queijo paermesão ralado (opcional)
Modo de preparo
Descasque a abóbora e corte em cubos grandes. Coloque para cozinhar em água com um pouco de sal. Após cozida, corte em pequenos cubinhos e reserve.

Pegue a moranga e, utilizando uma faca pequena bem afiada, abra com cuidado uma janela na parte superior. Vá com calma para não danificá-la e para que o corte não fique muito irregular. Guarde a tampa.

Com o auxílio da mesma faca e de uma colher, vá cavando o interior para criar um reservatório térmico para o risoto. Umedeça com azeite por dentro e por fora, e coloque no forno, em fogo médio.
Faça isso 10 minutos antes de colocar o risoto em seu interior.

Faça o Arroz

Em uma panela média, coloque duas colheres de manteiga. Espere derreter e acrescente o arroz. Deixe fritar por poucos minutos para ajudar a liberar o amido.

Acrescente metade do caldo e deixe cozinhar. Se necessário, vá acrescentando mais caldo até o arroz ficar no ponto certo, sem parar de mexer (guarde um pouco para o final do preparo).

Quando estiver pronto, acrescente uma colher de manteiga e misture bem. Reserve.

Faça a carne Seca

Em outra panela coloque duas colheres de manteiga e acrescente a cebola e o alho picados. Espere um minuto e acrescente a carne seca desfiada. Deixe refogando por alguns minutos. Despeje mais ou menos meio copo do caldo, mexa por dois minutos, coloque o arroz já previamente cozido e misture bem.

Acrescente 100g de requeijão cremoso, deixando o restante para a decoração do prato. Acrescente pimenta do reino a gosto e espere aquecer bem. Se preferir, junte queijo parmesão neste momento.

Por último, misture com cuidado os cubinhos de abóbora reservados. Coloque o risoto na moranga que acabou de sair do forno, acrescente o requeijão decorativo e sobre ele, um pouco de cebolinha. Sirva a seguir


Receita do restaurante Garden.
Rua Visconde de Pirajá, 631 - loja B.
Rio de Janeiro
Tel.: (21)2259-3455

domingo, 4 de abril de 2010

Creme de queijo e ovos com bacon !!!

Ingrediente:


100 gr de queijo fundido em cubos pequenos
50 gr de mussarela ralada(s)
1 colher(es) (sopa) de parmesão ralado(s)
1/2 xícara(s) (chá) de vinho branco seco(s)
2 unidade(s) de gema de ovo
6 fatia(s) de bacon Sadia cortada(s) ao meio
12 unidade(s) de torrada(s)




Frite o bacon em uma frigideira antiaderente até o ponto desejado. Drene o excesso de gordura e reserve.
Em uma panela pequena e funda, aqueça o vinho branco e vá adicionando, sempre no fogo baixo, o queijo fundido e a mussarela, até que derretam por completo. Coloque então uma gema e mexa rapidamente. Desligue o fogo, acrescente a outra gema e mexa também rapidamente.
Espalhe imediatamente o creme obtido pelas torradas, coloque um pedaço do bacon reservado sobre cada uma delas e sirva com o creme ainda quente.

Torradas com ricota e azeitonas pretas !!!

Ingredientes:


250 gr de ricota esmagada(s)
2 colher(es) (sopa) de creme de leite Mococa
2 unidade(s) de echalota ralada(s)
6 unidade(s) de azeitona chilena picada(s)
quanto baste de sal
quanto baste de pimenta-do-reino branca
12 unidade(s) de torrada(s)
quanto baste de azeite extra virgem




Misture muito bem todos os ingredientes. Acrescente pimenta branca moída e corrija o sal.
Sirva com as torradas e regue com o azeite.

quinta-feira, 1 de abril de 2010

Rocambole Prestígio !!!


Ingredientes:
1 lata de leite condensado
100g de coco ralado
1 colher (sopa) de margarina

Massa
3 xícaras (chá) de leite em pó
2 xícaras (chá) de achocolatado em pó
1 lata de leite condensado
4 colheres (sopa) de leite

Modo de Preparo
Prepare o recheio levando ao fogo o leite condensado, o coco e a margarina até soltar do fundo da panela. Desligue e deixe esfriar. Em uma vasilha, misture o leite em pó e o achocolatado. Despeje o leite condensado e o leite aos poucos, mexendo até a massa unir e soltar das mãos. Abra a massa entre duas folhas de plástico para não grudar com um rolo de macarrão até obter um retângulo de 20cm x 30cm. Retire um dos plásticos, espalhe o recheio alisando com uma espátula e enrole com a ajuda do plástico que ficou em baixo. Embrulhe no próprio plástico e leve à geladeira por no mínimo 4 horas. Desembrulhe e transfira para uma travessa. Sirva em fatias.

Colaboradores
Culinarista: Mariana Maluf Boszczowski/colaboradora
Foto: André Fortes/Colaborador

quarta-feira, 31 de março de 2010

Quinze respostas sobre o bacalhau !!!

A chef Heloísa Bacellar disseca o peixe mais popular da temporada !!!

O bacalhau foi introduzido em nossa cultura pelos portugueses. Antes deles, os vikings já tinham o hábito de consumi-lo. Salgado artesanalmente e seco (desidratado), era alimento de viajantes e de camponeses que moravam longe do mar e não tinham como conseguir pescados frescos. Salgar o peixe era uma técnica de conservação para obter um alimento que resistisse ao tempo. Eram dias sem refrigeradores, afinal, e isso ajudava a atravessar invernos rigorosos e tempos difíceis de guerra.

Como era fácil de preparar – qualquer um podia deixar umas lascas de molho por algumas horas para preparar um cozido – o bacalhau consolidou-se como alimento ideal para o jejum religioso, quando só entravam nas panelas carnes de animais de sangue frio.

Além da Quaresma, um período com 52 sextas-feiras, ainda existia nessa época um bom tanto de dias santos, vigílias e preces. O que somava mais ou menos 100 dias em que sobretudo povos como portugueses, espanhóis e italianos, comeriam só... peixe. E mesmo salgando outras espécies (anchova e sardinha, por exemplo) o bacalhau era o que mais resistia ao tempo sem estragar. Passado tantos séculos, a tradição permanece. Atualmente O processo de secagem e salga começa ainda no navio pesqueiro, geralmente na Noruega. Os próprios pescadores já abrem e limpam o peixe e na sequência mergulham-no em salmora e penduram para secar.

Apesar do hábito milenar, é raro encontrar quem não hesite na hora de decidir como preparar. É difícil, por exemplo, fugir dos pratos que são os mesmos supeitos de sempre. E sempre existem dúvidas aparentemente prosaicas, mas legítimas, como: o dessalgue deve sempre ser feito no leite? As lascas são mesmo feitas com carne menos nobre? O bacalhau congelado é ruim?

Consultamos a chef Heloísa Bacellar, autora do livro Bacalhau – Receitas e histórias: das Águas Geladas às Caçarolas para como escolher, comprar e preparar o pescado nessa páscoa. Veja o que ela tem a dizer sobre cada questão.

Quais os tipos de bacalhau?

Os tipos de bacalhau variam conforme peso, cor e textura da carne. O mais nobre é o Cod Gadus Morhua (Gadus morhua), o verdadeiro bacalhau da Noruega, que vive nas águas geladas do Atlântico Norte. Sua carne é clara (branco palha), muito macia e suculenta perfeita para qualquer receita. A peças que chegam ao Brasil variam de 5 quilos a 8 quilos, sendo 55% de lombo, 25% aparas das laterais e 20% de pele. Depois vem o Ling (Molva molva), que tem postas altas e bonitas, uma carne muito branca que se separa em lascas macias e úmidas. Ideal para receitas de forno, panela ou frigideira. Sua peça é estreita e comprida (quando aberta forma um triângulo) sendo 60% lombo e 15% aparas.

Em seguida, vem o Saithe (Gadus virens ou Pollachius virens). É inferior ao Ling em todos os aspectos. Sua carne é mais escura e amarelada e se desfaz bem em lascas, por isso é ideal para refogados e preparações rápidas que pedem pedaçinhos. O quarto é o Zarbo (Brosmius brosme). O menos nobre dos bacalhaus tem carne não tão clara e mais firme. É ideal para recheios, saladas e bolinhos. Por último, o Gadus macrocephalus. Lembra o Cod, mas apenas no formato. Como sua carne branquíssima e muito firme não se desfaz em lascas, ele pode ser usado em ensopados de cozimento prolongado, mas o sabor e a consistência não são tão bons, por isso o ideal é cozinhar o lombo e usá-lo desfiado também em recheios e bolinhos.

É preciso hidratar o bacalhau?

Sim. O grande erro das pessoas é acreditar que o bacalhau só precisa ser dessalgado. Mas o molho também serve para hidratar a carne e deixá-la mais macia. É um recurso para que ela não fique seca.

Qual o tempo ideal para deixar o peixe de molho?

O tempo do molho no processo de retirada do sal varia de acordo com o tamanho da peça. Um lombo de 2, 3 até 5 centímetros de altura pode levar de 48 a 72 horas para perder todo o sal. Postas de 1 a 2 centímetros e lascas mais grossas dessalgam em até 24 horas, e as bem fininhas, quase em fiapos, levam umas 12 horas.

É errado dessalgar com leite?

Não é errado, mas como o molho não serve apenas para dessalgar, usar o leite pode não dar a carne o tempo necessário para a hidratação, comprometendo assim, a textura.

Como saber se já está dessalgado?

A única maneira de saber se o sal da carne saiu é provando um pedaço. Quem tem receio com a carne crua pode retirar um pedaço, aferventar e provar.

Qual o jeito mais barato de se comprar bacalhau?

No caso peixe inteiro, o preço do quilo acaba sendo mais barato, pois é possível separar as carnes e aproveitar também as partes menos nobres. Comprar somente o lombo é como comprar o filé mignon do boi.

O que observar na hora da compra?

É importante verificar se o peixe está bem seco, duro e firme. A peça não pode dobrar, ter sinais de umidade, nem parte moles. O cheiro deve ser forte, mas não ruim. A peça deve estar coberta por uma camada cristalizada de sal, quase vitrificada. Não pode ter manchas escuras, marrons, vermelhas ou pretas, nem buracos ou rachaduras.

Por que as lascas são mais baratas?

A lasca é feita de partes menos nobres do peixe, já que o lombo é vendido separadamente, por isso custa menos.

É ruim comprar bacalhau em bandejas fechadas?

Não, desde que o estabelecimento seja confiável, as bandejas com postas limpas ou lascas podem facilitar a vida. O importante é confiar no fornecedor.

Existe bacalhau fresco?

No Brasil é muito raro encontrar bacalhau fresco devido à origem do peixe que vem do Atlântico Norte. Alguns restaurantes conseguem importar, mas nos mercados sempre serão os salgados ou os já dessalgados, que custam mais caro, mas isso não interfere na qualidade da carne.

Quanto tempo dura um bacalhau salgado?

Se o peixe passou por um bom processo de salga e secagem ele pode durar até três anos. Mas nesse caso deve-se reidratar bem a carne e dessalgá-la até que ela perca todo o sal da conservação. Só assim ela recuperará o sabor e a textura original.

Precisa aferventar a carne antes de preparar a carne?

As pessoas costumam aferventar o bacalhau antes de preparar a receita. Isso é um erro. Se a carne será cozida ou assada não é necessário aferventar. A não ser que o objetivo seja separar a peça em lascas.

Qual a melhor maneira de preparar?
Não existe uma receita mais adequada, depende do gosto de quem for fazer. Mas, ao assar, o calor se distribui de maneira mais uniforme no peixe e o deixa mais saboroso.

Deve-se por sal no preparo da receita?
Receitas com lascas ou pedaços mais miúdos geralmente dispensam o ajuste do sal na receita. Mas no caso de lombos ou postas maiores, que ficam muito tempo no molho para dessalgar de vez, pede um pouquinho de sal para não perde a graça. Mas para não errar na quantidade é necessário experimentar.

Dica da chef: fuja do óbvio. O bacalhau pode e deve ser consumido não só nas festas, mas também no dia a dia em receitas mais simples e criativas de massas, tortas e saladas. Além de saboroso é muito nutritivo.

segunda-feira, 29 de março de 2010

Bolinho de Bacalhau e Mandioquinha !!!



Ingredientes:


1 cebola média em cubinhos
1 dente(s) de alho bem picadinho
300 grama(s) de lascas de bacalhau bem limpas e dessalgadas por 12 horas
400 grama(s) de mandioquinha em rodelas
1 ovo
1 colher(es) de sopa de farinha de trigo
1/2 xícara(s) de chá de salsinha, cebolinha e coentro picados
azeite de oliva
sal e pimenta a gosto
1 litro(s) de óleo vegetal
Modo de preparo
Numa panela média, aqueça um fio de azeite e doure a cebola. Junte o alho, espere perfumar e adicione o bacalhau. Misture bem e deixe no fogo por uns 5 minutos, até a carne esbranquiçar.
Enquanto isso, coloque a mandioquinha numa panela com água fria e cozinhe até amaciar. Depois escorra, descasque, esprema e coloque em uma tigela.


Misture a mandioquinha, o bacalhau, o ovo, a farinha e as ervas picadas até obter uma massa homogênea. Acerte o sal e a pimenta e leve à geladeira por 30 minutos para firmar.
Para moldar os bolinhos, unte ligeiramente com óleo a palma das mãos, pegue uma porção de massa com uma colher de sopa e enrole como um croquete ou uma bolinha.

Se quiser, prepare os bolinhos com até 24 de antecedência, espalhe em uma assadeira, cubra com filme plástico e guarde na geladeira, ou congele por até uma semana e frite ainda congelados.

Para o bolinho não encharcar, aqueça o óleo num frigideira grande e frite seis unidades de cada vez, banhando sempre com uma escumadeira até dourar. Escorra e seque sobre papel absorvente.
Se preferir, asse em assadeira untada com azeite por 20 minutos no forno a 200 graus ( médio-alto), até que os bolinhos estejam dourados e crocantes.


Receita do livro Bacalhau: Receitas e Histórias - das Águas Geladas às Caçarolas, de Heloísa Bacellar