terça-feira, 27 de abril de 2010

Cuscuz e Carne Moída !!!


Timbale de cuscuz, shitake e carne moída

- 1 xícara de cuscuz marroquino
- 1 xícara de água ou caldo de carne

- 2 dentes de alho picados
- 500g de carne moída
- 1 bandeijinha de shitake
- azeite
- 1/2 colher de sopa de molho inglês
- sal e pimenta do reino
- cebolinha picada (opcional)

Aqueça uma panela, derrame nela o azeite e doure o alho picado. Junte a carne e cozinhe até dourar. Acrescente os cogumelos e tampe, para que soltem bastante água. Tempere com sal, pimenta do reino e molho inglês. Deixe a água evaporar.

Enquanto isso, prepare o cuscuz, cobrindo os grãos com a água ou caldo fervente e deixando descansar por cinco minutos com tampa. Passado o tempo, retire a tampa e tempere com azeite e sal.

Monte os timbales colocando uma camada de cuscuz em uma forminha (ramequim), cobrindo com a carne e firmando bem o conteúdo. Vire sobre o prato e voilá, carne moída requintada.


Fonte site: Mixirica

segunda-feira, 26 de abril de 2010

Cachorro Quente Bidu !!!


Ingredientes:

1 baguete cortada ao meio
1 salsicha cozida
3 colher(es) de sopa de chili
2 colher(es) de sopa de queijo feta ralado
1 colher(es) de sopa de milho em conserva
Chili

250 grama(s) de carne bovina
1 colher(es) de sopa de cebola roxa picada
azeite o suficiente para refogar
2 colher(es) de sopa de tempero para chili
3 xícara(s) de chá de molho de tomate
sal a gosto
Modo de preparo
Grelhe a salsicha em grelha de carvão por 1 a 2 minutos ou até o ponto de preferência, virando na metade do tempo. Aqueça as duas metades do pão e coloque a salsicha. Por cima, coloque o chilli (modo de preparo abaixo), o milho e o queijo feta ralado. Sirva com batata palha à parte.

Chili

Refogue a cebola roxa e a carne moída no azeite até dourar. Acrescente o molho de tomate, sal e tempero para chilli e deixe reduzindo até o ponto desejado.


Receita da Lanchonete da Cidade.
Al. Tietê, 110. Tel.: (11) 3086-3399

sábado, 24 de abril de 2010

Fondue Sertaneja !!!


Fonte:
Wanderson Medeiros - chef do Restaurante Picuí, em Alagoas

Tempo de Preparo
Médio - 2 horas
Rendimento

6 porções


Dificuldade de preparo
Fácil
Custo aproximado
Médio

Ingredientes:

6 cajus sem pele cortados ao meio
1 xícara de açúcar
água suficiente para cobrir os cajus
100 g de creme de leite
450 g de queijo de coalho cortado em cubos médios

Modo de preparo:

Coloque os cajus, a água e o açúcar em uma panela tampada e leve ao fogo baixo até que as frutas fiquem bem cozidas. Processe o doce de caju, misture o creme de leite e leve a uma panela para esquentar. Sirva ainda quente mergulhando os cubos de queijo no doce.


Links relacionados


www.picui.com.br

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Salada de feijão branco com rúcula !!!



Ingredientes:
200g de feijão branco
Água, o suficiente
1 cebola cortada em rodelas finas
2 tomates médios sem sementes picados
1 colher (sopa) de vinagre
Sal e pimenta-do-reino a gosto
1 maço médio de rúcula


Modo de Preparo:Lave o feijão e deixe-o de molho na água por 1 hora. Em seguida, escorra e coloque-o na panela de pressão. Adicione água, feche a panela, leve ao fogo e cozinhe até o feijão ficar macio. Retire do fogo e escorra a água. Reserve. Misture numa tigela a cebola, o tomate, o vinagre, o sal e a pimenta-do-reino. Regue o feijão, ainda quente, e disponha a mistura numa saladeira. Sirva frio com rúcula.

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Moqueca é moqueca. O resto é peixada !!!





Simbólica na Bahia e no Espírito Santo, a receita da moqueca guarda uma questão polêmica. Os baianos, para alfinetar os capixabas, costumam dizer que moqueca é baiana, o resto é peixada. Já os capixabas consideram a sua moqueca a mais autêntica.

Já viajei em pesquisa no Recôncavo Baiano, que tem um repertório tradicional e diversificado do prato, e pelo litoral do Espírito Santo, onde provei algumas das melhores receitas capixabas. Deixando a rivalidade de lado, e sem fazer média, acho que ambas, quando bem feitas, são excepcionais. Nesse texto fiz uma escolha. Mas ela é puramente editorial. Vou falar apenas da moqueca baiana agora, porque de outro modo não conseguiria me aprofundar em nenhuma das duas. Depois vamos para a capixaba.

Primeiro, é bom visitar a origem da moqueca

O nome é indígena e vem de pokeka (embrulho). Faz alusão à forma como os índios brasileiros faziam seus peixes, embrulhando-os em folha de bananeira com pimenta e colocando o pacote embaixo de cinzas quentes ou brasas. Com o tempo, esse método dava ao peixe o nome de moqueado. Na evolução da nomenclatura – e da própria receita, que pouco guarda da feitura original – o prato como conhecemos hoje acabou virando moqueca, com versões diferentes na Bahia e Espírito Santo.

Sem azeite de dendê, a moqueca baiana não existe

Em geral, os peixes pequenos são os mais apropriados para a moqueca baiana, pois pegam mais facilmente o gosto e cozinham rapidamente. No entanto, poucas receitas brasileiras apresentam tantas variações. E elas não são meras invencionices da modernidade. Desde a primeira metade século XX existem formas diferentes de compor o prato.

O historiador Luís da Câmara Cascudo em História da Alimentação no Brasil, editado em 1960, falava em diversidades de moquecas como de camarões frescos e ostras, de ovos, de carne, de aipim, de miolos, de ovos de peixe graúdo e de postas, de peixe miúdo, de peixe salgado, de repolho, de tomate, de siri e de maturi (caju verde).

Um chef baiano que gosta de expressar essa variedade de moquecas do Recôncavo Baiano é Beto Pimentel, do Paraíso Tropical, em Salvador. Entre suas criações consta a moqueca calapolvo que leva, entre tantos outros ingredientes, camarão fresco e seco, polvo, lagosta, maturi, palmito, leite de coco e variados temperos.

Na cidade de Valença – ponto de partida rumo à bela e turística ilha de Morro de São Paulo –, encontrei uma variedade de moquecas que me deixou impressionada. Na ocasião, ao me fazer provar de feijão, de jaca, de caju (a receita abaixo), de camarão com quiabo e de maturi, a chef Samira Sarmento me fez conferir no paladar o que já dizia Câmara Cascudo. Samira, que na época trabalhava num hotel e hoje faz pratos para festas e recepções, não só cozinha muito bem, como fala com conhecimento de causa das receitas da sua terra. “A moqueca de feijão, por exemplo, faz parte dos pratos do dia-a-dia daqui”, diz. “Também é comum em nosso município e arredores encontrar uma receita de moqueca que leve ingredientes como o mamão verde, o chuchu picadinho ou a banana prata”.

Alguns ingredientes podem parecer um pouco estranhos para uma moqueca, mas ficam deliciosos naquela panela de barro borbulhante e aromática. Ai, que vontade que dá de provar uma delas agora. Rapaiz!

Na semana que vem, vou falar sobre a moqueca capixaba, suas diferenças com relação à baiana e suas peculiaridades. E vamos entender porque há tanta rixa entre os dois pratos, que são receitas emblemáticas dos estados da Bahia e do Espírito Santo.

Moqueca de caju
Rendimento: 4 porções
Ingredientes
15 cajus
2 tomates em pedaços
2 cebolas em pedaços
½ pimentão, sem sementes, em pedaços
2 dentes de alho
5 folhas de coentro largo
5 talos de coentrinho
1 colher (sobremesa) de extrato de tomate
Suco de dois limões
100 ml de azeite-de-dendê
300 ml de água
500 ml de leite de coco
Sal a gosto

Modo de fazer
1. Retire as castanhas dos cajus.
2. Fure inteiramente os cajus com um garfo e esprema-os para que saia um pouco do líquido.
3. Afervente os cajus em água e sal, escorra-os e corte-os ao meio, no sentido do comprimento. Reserve.
4. Passe no liquidificador os tomates, as cebolas, o pimentão, o alho, os coentros, o extrato de tomate e o suco de limão.
5. Em uma panela, de preferência de barro, refogue os temperos liquidificados e introduza o azeite-de-dendê, o caju, a água, o leite de coco e o sal.
6. Cozinhe por aproximadamente 15 minutos, retire do fogo e sirva bem quente.

Fonte site IG

terça-feira, 20 de abril de 2010

Chimichurri al ajo !!!


Chimichurri al ajo
do livro Así Cocinan los Argentinos, que a Dadivosa também tem.

- 1 xícara de óleo de canola
- 4 dentes de alho picados
- 4 colheres de sopa de salsinha picada
- 3 colheres de sopa de vinagre
- 3 colheres de sopa de vinho tinto (o resto da garrafa é seu, para acompanhar a comidinha)
- 1 colher de chá de sal
- 1 colher de chá de orégano ou tomilho
- 1 folha de louro quebrada em pedacinhos
- pimenta moída na hora a gosto

Misture tudo. Pronto.

ps: na receita original o moço diz para bater tudo no liquidificador. Mas eu prefiro chimichurri com pedacinhos. Uma alternativa é bater metade e preservar 50% dos pedaços.

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Shitake Refogado !!!




ingredientes:

200g de cogumelos shiitake
( 1 bandeja)
1 cebola
2 colheres de sopa de molho de soja
Sal
Pimenta-do-reino
1 colher de sopa de purê de tomate sem tempero
2 colheres de sopa de óleo canola




Corte o cabo dos cogumelos e descarte-os, são duros e não irão amolecer durante o cozimento. Corte-os em fatias finas, lave-os em água corrente.

Aqueça o óleo em uma caçarola, acrescente a cebola cortada em fatias finas no sentido do comprimento, quando estiverem transparentes misture as tiras de shiitake, tempere com sal e tampe a panela.

Quando os cogumelos tiverem soltado bastante água, misture o purê de tomate e o molho de soja. Cozinhe até as tiras estarem bem macias. A quantidade de molho é de aproximadamente dois dedos de líquido na panela. Acrescente água uma ou duas vezes. Tempere com sal e pimenta e sirva.

sexta-feira, 16 de abril de 2010

FRENCH RACK DE CORDEIRO !!!


Ingredientes:
pimenta-do-reino moída na hora a gosto
sal a gosto
1 colher (sopa) de azeite de oliva
1 dente de alho picado
1 colher (sopa) de alecrim fresco picado
1 fench rack de cordeiro som 4 costelas

Preparo:
Retire a carne da geladeira 1 hora antes do preparo para que chegue à temperatura ambiente. Ligue o forno no máximo. Pique bem as folhas do alecrim e o alho e misture como o azeite. Deixe pegar gosto por 15-30 minutos. Coloque a carne em uma assadeira (sempre compatível com a quantidade de carne) untada. Disponha o carré com a curvatura dos ossos para baixo encostado na assadeira. O tempo de forno deve ser de12 a 15 minutos dependendo do forno. Teste o ponto de cozimento, pressionando a carne com as cortas do garfo. Quanto mais elástica, mais crua.

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Sanduíche de Forno !!!

Ingredientes:

1 pacote(s) de pão de forma
150 grama(s) de mussarela ralado
100 grama(s) de queijo provolone ralado
150 grama(s) de queijo parmesão ralado
manteiga pra untar o refratário
Molho Branco

1 litro(s) de leite
2 colher(es) de sopa de amido de milho
sal, noz moscada e pimenta do reino a gosto
1 lata(s) de creme de leite com soro
Recheio

2 colher(es) de sopa de azeite
50 grama(s) de bacon em cubinhos
1 dente(s) de alho
1 xícara(s) de chá de cebola picada em cubinhos
1 xícara(s) de chá de tomate sem pele cortado em cubinhos
300 grama(s) de brócolis cozido al dente e picado
sal e pimenta do reino a gosto
Modo de preparo
Molho Branco

Bata todos os ingredientes com um mixer e leve ao fogo para engrossar. Reserve.

Recheio

Leve ao fogo uma panela com o azeite e frite o bacon. Retire e reserve. Frite o alho na gordura que sobrou do bacon e em seguida acrescente a cebola, os tomates e os brócolis. Deixe refogar rapidamente, tempere a gosto e reserve.

Montagem

Unte um refratário grande com a manteiga e disponha 10 fatias de pão. Espalhe o recheio de brócolis e os queijos mussarela e provolone ralados. Cubra com as fatias de pão restantes, coloque o molho branco, polvilhe com o queijo parmesão. Decore com bacon e leve ao forno por aproximadamente 15 minutos.

domingo, 11 de abril de 2010

Casadinho Gelado !!!


Ingredientes
polpa de 1 maracujá
1 xícara e meia (chá) sorvete de creme
meia xícara (chá) de Café Pilão Verão frio
1 xícara (chá) de açaí congelado



Modo de preparo
Bata no liquidifcador a polpa junto com o
sorvete e reserve. Bata no liquidifcador o
café junto com o açaí e reserve.
Coloque em minicopos os dois cremes ao
mesmo tempo, deixando um de cada lado do
copo. Sirva gelado.

sexta-feira, 9 de abril de 2010

Cesta de Abobrinha !!!







POR MARCO MERGUIZZO
FOTO RICARDO D'ANGELO

Coxinha de frango com catupiry com cerveja. Espécie de mantra para uma fiel legião de seguidores em São Paulo, a associação é imediata: Frangó. Ao lado de seu sócio e cunhado Cassio Piccolo com o qual faz dupla no comando desse bar cult paulistano, Norberto D'Oliveira é referência constante quando o assunto à mesa é o universo cervejeiro e a chamada gastronomia de boteco. Veja abaixo como preparar a Cesta de Abobrinha, receita campeã assinada pelo expert em loirinhas e comidinhas de balcão, que está na seção Couvert da edição de fevereiro. Depois de devorá-la com os olhos na revista - que já está nas bancas, não perca o ranking de loirinhas e o guia de cervejarias brasileiras -, se esbalde à mesa e faça bonito com os amigos.

CESTA DE ABOBRINHA
6 porções

Abobrinhas

2 abobrinhas
Azeite e sal a gosto

Recheio de alichela

50 g de alichela picada
1 xícara (chá) de azeite
1 pimenta dedo de moça picada
1 maço de salsinha picada
1 dente de alho pequeno
1 folha de manjericão (para enfeitar)

Recheio de calabresa

100 g de queijo parmesão ralado (para gratinar)
2 linguiças picadas
1 pimenta dedo de moça sem sementes picada
1 folha de hortelã (para enfeitar)
1 cebola média picada

Abobrinhas

1 Corte as pontas das abobrinhas e depois em três partes iguais. 2 Com a ajuda de uma colher pequena cave um buraco cuidando para não atravessar o fundo. 3 Passe o azeite, o sal e grelhe de ambos os lados sem deixar que amoleça, reserve.

Recheio de alichela

1 Misture os ingredientes e recheie as abobrinhas. 2 Enfeite com uma folha de manjericão.

Recheio de calabresa

1 Refogue os ingredientes e recheie as abobrinhas. 2 Cubra com queijo parmesão e gratine. 3 Enfeite com uma folha de hortelã.

Receita de Norberto D'Oliveira, do Frangó, Largo da Matriz Nossa Sra. do Ó, 168, Freguesia do Ó, tel. (11) 3932-4818, São Paulo, SP; frangobar.com.br

quarta-feira, 7 de abril de 2010

Picanha Summus com batata ao murro !!!


1 peça(s) de picanha de 1 kg


sal grosso
sal a gosto
2 colher(es) de sopa de alho moído
4 batatas
Modo de preparo
Corte a peça no sentido contrário às fibras em quatro porções, tempere com sal grosso e coloque as carnes na grelha. Para a carne ficar ao ponto, deixe por 10 minutos, virando dos dois lados. Se preferir mal passada, deixe-a na grelha por 6 minutos.

Cozinhe a batata em água e sal com a casca. Quando estiver pronta, amasse com as mãos e faça um corte com a faca na parte superior, adicionando meia colher de alho moído em cada batata. Dica: Coloque o sal somente na hora em que for grelhar a carne. O sal colocado com antecedência faz com que ela fique ressecada, perca o seu suco e, consequentemente, o seu sabor.


Receita do restaurante Baby Beef Rubayat.
Alameda Santos, 86 - São Paulo.
Tel.: 11 3141-1188

terça-feira, 6 de abril de 2010

Risoto de Carne Seca com Abóbora !!!


Ingredientes:

150 grama(s) de arroz arbório
1 litro(s) de caldo de legumes
300 grama(s) de carne seca dessalgada, cozida e desfiada
1 abóbora Moranga com aproximadamente 30 cm de diâmetro
100 grama(s) de abóbora picada
150 grama(s) de requeijão
5 colher(es) de sopa de manteiga
2 ramo(s) de cebolinha
1 cebola média picada
azeite para untar a moranga
3 dente(s) de alho picados
pimenta do reino a gosto
sal a gosto
100 grama(s) de queijo paermesão ralado (opcional)
Modo de preparo
Descasque a abóbora e corte em cubos grandes. Coloque para cozinhar em água com um pouco de sal. Após cozida, corte em pequenos cubinhos e reserve.

Pegue a moranga e, utilizando uma faca pequena bem afiada, abra com cuidado uma janela na parte superior. Vá com calma para não danificá-la e para que o corte não fique muito irregular. Guarde a tampa.

Com o auxílio da mesma faca e de uma colher, vá cavando o interior para criar um reservatório térmico para o risoto. Umedeça com azeite por dentro e por fora, e coloque no forno, em fogo médio.
Faça isso 10 minutos antes de colocar o risoto em seu interior.

Faça o Arroz

Em uma panela média, coloque duas colheres de manteiga. Espere derreter e acrescente o arroz. Deixe fritar por poucos minutos para ajudar a liberar o amido.

Acrescente metade do caldo e deixe cozinhar. Se necessário, vá acrescentando mais caldo até o arroz ficar no ponto certo, sem parar de mexer (guarde um pouco para o final do preparo).

Quando estiver pronto, acrescente uma colher de manteiga e misture bem. Reserve.

Faça a carne Seca

Em outra panela coloque duas colheres de manteiga e acrescente a cebola e o alho picados. Espere um minuto e acrescente a carne seca desfiada. Deixe refogando por alguns minutos. Despeje mais ou menos meio copo do caldo, mexa por dois minutos, coloque o arroz já previamente cozido e misture bem.

Acrescente 100g de requeijão cremoso, deixando o restante para a decoração do prato. Acrescente pimenta do reino a gosto e espere aquecer bem. Se preferir, junte queijo parmesão neste momento.

Por último, misture com cuidado os cubinhos de abóbora reservados. Coloque o risoto na moranga que acabou de sair do forno, acrescente o requeijão decorativo e sobre ele, um pouco de cebolinha. Sirva a seguir


Receita do restaurante Garden.
Rua Visconde de Pirajá, 631 - loja B.
Rio de Janeiro
Tel.: (21)2259-3455

domingo, 4 de abril de 2010

Creme de queijo e ovos com bacon !!!

Ingrediente:


100 gr de queijo fundido em cubos pequenos
50 gr de mussarela ralada(s)
1 colher(es) (sopa) de parmesão ralado(s)
1/2 xícara(s) (chá) de vinho branco seco(s)
2 unidade(s) de gema de ovo
6 fatia(s) de bacon Sadia cortada(s) ao meio
12 unidade(s) de torrada(s)




Frite o bacon em uma frigideira antiaderente até o ponto desejado. Drene o excesso de gordura e reserve.
Em uma panela pequena e funda, aqueça o vinho branco e vá adicionando, sempre no fogo baixo, o queijo fundido e a mussarela, até que derretam por completo. Coloque então uma gema e mexa rapidamente. Desligue o fogo, acrescente a outra gema e mexa também rapidamente.
Espalhe imediatamente o creme obtido pelas torradas, coloque um pedaço do bacon reservado sobre cada uma delas e sirva com o creme ainda quente.

Torradas com ricota e azeitonas pretas !!!

Ingredientes:


250 gr de ricota esmagada(s)
2 colher(es) (sopa) de creme de leite Mococa
2 unidade(s) de echalota ralada(s)
6 unidade(s) de azeitona chilena picada(s)
quanto baste de sal
quanto baste de pimenta-do-reino branca
12 unidade(s) de torrada(s)
quanto baste de azeite extra virgem




Misture muito bem todos os ingredientes. Acrescente pimenta branca moída e corrija o sal.
Sirva com as torradas e regue com o azeite.

quinta-feira, 1 de abril de 2010

Rocambole Prestígio !!!


Ingredientes:
1 lata de leite condensado
100g de coco ralado
1 colher (sopa) de margarina

Massa
3 xícaras (chá) de leite em pó
2 xícaras (chá) de achocolatado em pó
1 lata de leite condensado
4 colheres (sopa) de leite

Modo de Preparo
Prepare o recheio levando ao fogo o leite condensado, o coco e a margarina até soltar do fundo da panela. Desligue e deixe esfriar. Em uma vasilha, misture o leite em pó e o achocolatado. Despeje o leite condensado e o leite aos poucos, mexendo até a massa unir e soltar das mãos. Abra a massa entre duas folhas de plástico para não grudar com um rolo de macarrão até obter um retângulo de 20cm x 30cm. Retire um dos plásticos, espalhe o recheio alisando com uma espátula e enrole com a ajuda do plástico que ficou em baixo. Embrulhe no próprio plástico e leve à geladeira por no mínimo 4 horas. Desembrulhe e transfira para uma travessa. Sirva em fatias.

Colaboradores
Culinarista: Mariana Maluf Boszczowski/colaboradora
Foto: André Fortes/Colaborador

quarta-feira, 31 de março de 2010

Quinze respostas sobre o bacalhau !!!

A chef Heloísa Bacellar disseca o peixe mais popular da temporada !!!

O bacalhau foi introduzido em nossa cultura pelos portugueses. Antes deles, os vikings já tinham o hábito de consumi-lo. Salgado artesanalmente e seco (desidratado), era alimento de viajantes e de camponeses que moravam longe do mar e não tinham como conseguir pescados frescos. Salgar o peixe era uma técnica de conservação para obter um alimento que resistisse ao tempo. Eram dias sem refrigeradores, afinal, e isso ajudava a atravessar invernos rigorosos e tempos difíceis de guerra.

Como era fácil de preparar – qualquer um podia deixar umas lascas de molho por algumas horas para preparar um cozido – o bacalhau consolidou-se como alimento ideal para o jejum religioso, quando só entravam nas panelas carnes de animais de sangue frio.

Além da Quaresma, um período com 52 sextas-feiras, ainda existia nessa época um bom tanto de dias santos, vigílias e preces. O que somava mais ou menos 100 dias em que sobretudo povos como portugueses, espanhóis e italianos, comeriam só... peixe. E mesmo salgando outras espécies (anchova e sardinha, por exemplo) o bacalhau era o que mais resistia ao tempo sem estragar. Passado tantos séculos, a tradição permanece. Atualmente O processo de secagem e salga começa ainda no navio pesqueiro, geralmente na Noruega. Os próprios pescadores já abrem e limpam o peixe e na sequência mergulham-no em salmora e penduram para secar.

Apesar do hábito milenar, é raro encontrar quem não hesite na hora de decidir como preparar. É difícil, por exemplo, fugir dos pratos que são os mesmos supeitos de sempre. E sempre existem dúvidas aparentemente prosaicas, mas legítimas, como: o dessalgue deve sempre ser feito no leite? As lascas são mesmo feitas com carne menos nobre? O bacalhau congelado é ruim?

Consultamos a chef Heloísa Bacellar, autora do livro Bacalhau – Receitas e histórias: das Águas Geladas às Caçarolas para como escolher, comprar e preparar o pescado nessa páscoa. Veja o que ela tem a dizer sobre cada questão.

Quais os tipos de bacalhau?

Os tipos de bacalhau variam conforme peso, cor e textura da carne. O mais nobre é o Cod Gadus Morhua (Gadus morhua), o verdadeiro bacalhau da Noruega, que vive nas águas geladas do Atlântico Norte. Sua carne é clara (branco palha), muito macia e suculenta perfeita para qualquer receita. A peças que chegam ao Brasil variam de 5 quilos a 8 quilos, sendo 55% de lombo, 25% aparas das laterais e 20% de pele. Depois vem o Ling (Molva molva), que tem postas altas e bonitas, uma carne muito branca que se separa em lascas macias e úmidas. Ideal para receitas de forno, panela ou frigideira. Sua peça é estreita e comprida (quando aberta forma um triângulo) sendo 60% lombo e 15% aparas.

Em seguida, vem o Saithe (Gadus virens ou Pollachius virens). É inferior ao Ling em todos os aspectos. Sua carne é mais escura e amarelada e se desfaz bem em lascas, por isso é ideal para refogados e preparações rápidas que pedem pedaçinhos. O quarto é o Zarbo (Brosmius brosme). O menos nobre dos bacalhaus tem carne não tão clara e mais firme. É ideal para recheios, saladas e bolinhos. Por último, o Gadus macrocephalus. Lembra o Cod, mas apenas no formato. Como sua carne branquíssima e muito firme não se desfaz em lascas, ele pode ser usado em ensopados de cozimento prolongado, mas o sabor e a consistência não são tão bons, por isso o ideal é cozinhar o lombo e usá-lo desfiado também em recheios e bolinhos.

É preciso hidratar o bacalhau?

Sim. O grande erro das pessoas é acreditar que o bacalhau só precisa ser dessalgado. Mas o molho também serve para hidratar a carne e deixá-la mais macia. É um recurso para que ela não fique seca.

Qual o tempo ideal para deixar o peixe de molho?

O tempo do molho no processo de retirada do sal varia de acordo com o tamanho da peça. Um lombo de 2, 3 até 5 centímetros de altura pode levar de 48 a 72 horas para perder todo o sal. Postas de 1 a 2 centímetros e lascas mais grossas dessalgam em até 24 horas, e as bem fininhas, quase em fiapos, levam umas 12 horas.

É errado dessalgar com leite?

Não é errado, mas como o molho não serve apenas para dessalgar, usar o leite pode não dar a carne o tempo necessário para a hidratação, comprometendo assim, a textura.

Como saber se já está dessalgado?

A única maneira de saber se o sal da carne saiu é provando um pedaço. Quem tem receio com a carne crua pode retirar um pedaço, aferventar e provar.

Qual o jeito mais barato de se comprar bacalhau?

No caso peixe inteiro, o preço do quilo acaba sendo mais barato, pois é possível separar as carnes e aproveitar também as partes menos nobres. Comprar somente o lombo é como comprar o filé mignon do boi.

O que observar na hora da compra?

É importante verificar se o peixe está bem seco, duro e firme. A peça não pode dobrar, ter sinais de umidade, nem parte moles. O cheiro deve ser forte, mas não ruim. A peça deve estar coberta por uma camada cristalizada de sal, quase vitrificada. Não pode ter manchas escuras, marrons, vermelhas ou pretas, nem buracos ou rachaduras.

Por que as lascas são mais baratas?

A lasca é feita de partes menos nobres do peixe, já que o lombo é vendido separadamente, por isso custa menos.

É ruim comprar bacalhau em bandejas fechadas?

Não, desde que o estabelecimento seja confiável, as bandejas com postas limpas ou lascas podem facilitar a vida. O importante é confiar no fornecedor.

Existe bacalhau fresco?

No Brasil é muito raro encontrar bacalhau fresco devido à origem do peixe que vem do Atlântico Norte. Alguns restaurantes conseguem importar, mas nos mercados sempre serão os salgados ou os já dessalgados, que custam mais caro, mas isso não interfere na qualidade da carne.

Quanto tempo dura um bacalhau salgado?

Se o peixe passou por um bom processo de salga e secagem ele pode durar até três anos. Mas nesse caso deve-se reidratar bem a carne e dessalgá-la até que ela perca todo o sal da conservação. Só assim ela recuperará o sabor e a textura original.

Precisa aferventar a carne antes de preparar a carne?

As pessoas costumam aferventar o bacalhau antes de preparar a receita. Isso é um erro. Se a carne será cozida ou assada não é necessário aferventar. A não ser que o objetivo seja separar a peça em lascas.

Qual a melhor maneira de preparar?
Não existe uma receita mais adequada, depende do gosto de quem for fazer. Mas, ao assar, o calor se distribui de maneira mais uniforme no peixe e o deixa mais saboroso.

Deve-se por sal no preparo da receita?
Receitas com lascas ou pedaços mais miúdos geralmente dispensam o ajuste do sal na receita. Mas no caso de lombos ou postas maiores, que ficam muito tempo no molho para dessalgar de vez, pede um pouquinho de sal para não perde a graça. Mas para não errar na quantidade é necessário experimentar.

Dica da chef: fuja do óbvio. O bacalhau pode e deve ser consumido não só nas festas, mas também no dia a dia em receitas mais simples e criativas de massas, tortas e saladas. Além de saboroso é muito nutritivo.

segunda-feira, 29 de março de 2010

Bolinho de Bacalhau e Mandioquinha !!!



Ingredientes:


1 cebola média em cubinhos
1 dente(s) de alho bem picadinho
300 grama(s) de lascas de bacalhau bem limpas e dessalgadas por 12 horas
400 grama(s) de mandioquinha em rodelas
1 ovo
1 colher(es) de sopa de farinha de trigo
1/2 xícara(s) de chá de salsinha, cebolinha e coentro picados
azeite de oliva
sal e pimenta a gosto
1 litro(s) de óleo vegetal
Modo de preparo
Numa panela média, aqueça um fio de azeite e doure a cebola. Junte o alho, espere perfumar e adicione o bacalhau. Misture bem e deixe no fogo por uns 5 minutos, até a carne esbranquiçar.
Enquanto isso, coloque a mandioquinha numa panela com água fria e cozinhe até amaciar. Depois escorra, descasque, esprema e coloque em uma tigela.


Misture a mandioquinha, o bacalhau, o ovo, a farinha e as ervas picadas até obter uma massa homogênea. Acerte o sal e a pimenta e leve à geladeira por 30 minutos para firmar.
Para moldar os bolinhos, unte ligeiramente com óleo a palma das mãos, pegue uma porção de massa com uma colher de sopa e enrole como um croquete ou uma bolinha.

Se quiser, prepare os bolinhos com até 24 de antecedência, espalhe em uma assadeira, cubra com filme plástico e guarde na geladeira, ou congele por até uma semana e frite ainda congelados.

Para o bolinho não encharcar, aqueça o óleo num frigideira grande e frite seis unidades de cada vez, banhando sempre com uma escumadeira até dourar. Escorra e seque sobre papel absorvente.
Se preferir, asse em assadeira untada com azeite por 20 minutos no forno a 200 graus ( médio-alto), até que os bolinhos estejam dourados e crocantes.


Receita do livro Bacalhau: Receitas e Histórias - das Águas Geladas às Caçarolas, de Heloísa Bacellar

sexta-feira, 26 de março de 2010

Suco de Abacaxi com Água de Coco !!!





Ingredientes:


2 ½ xícaras (chá) de água de coco
5 fatias de abacaxi em calda
3 colheres (sopa) de açúcar demerara
1 colher (sopa) de folha de hortelã picada
Pedras de gelo a gosto


Modo de Preparo:Bata no liquidificador a água de coco, as fatias de abacaxi em calda e o açúcar demerara. Peneire o suco e sirva-o com pedras de gelo.

quinta-feira, 25 de março de 2010

Costelinhas picantes de New Orleans !!!


Fonte
Basilico


Tempo de Preparo

Rápido - 3 horas e 30 minutos

Rendimento


6 porções


Dificuldade de preparo

Fácil

Ingredientes


2 xícaras de suco de tomate
1 ½ xícara de suco de laranja
suco de 2 limões
2 xícaras de ketchup
1/2 xícara de molho inglês
1/2 xícara de shoyu
1 cebola grande picadinha
¼ de xícara de vinagre de maçã
1/2 xícara de açúcar mascavo
1/2 xícara de mel
1 colher (sopa) de mostarda
4 dentes de alho bem picadinhos
1/4 de xícara de molho de pimenta-vermelha ou a gosto
50 g de manteiga
4 kg de costelinha suína bem carnuda e sem muita gordura
sal


Modo de preparo


Em uma panela média, aqueça os sucos de tomate, de laranja e de limão, o ketchup, o molho inglês, o shoyu, a cebola, o vinagre, o açúcar, o mel, a mostarda e o alho.
Quando ferver, abaixe o fogo e cozinhe por 30 minutos. Apague o fogo, junte o molho de pimenta e a manteiga, acerte o sal, passe para uma tigela e deixe esfriar (se quiser, prepare o molho com até 1 semana de antecedência e guarde na geladeira).
Aqueça o forno a 160ºC (médio-baixo).
Enquanto isso, mergulhe metade dos pedaços de costelinha numa panela grande com água fervente, conte 5 minutos, retire toda a espuma que subir, transfira os pedaços com uma escumadeira para uma assadeira, depois faça o mesmo com os restantes, usando 2 assadeiras para que forme só uma camada.



Servir com


Pão de milho e salada verde.

segunda-feira, 22 de março de 2010

Bife recheado com presunto e queijo !!!


Ingredientes:
6 bifes grossos de contra-filé

4 colheres (sopa) de margarina

1 tablete de caldo de carne

100g de presunto cortado em fatias

100g de queijo tipo prato cortado em fatias

1 xícara (chá) de farinha de trigo

2 ovos batidos2 xícaras (chá) de farinha de rosca

Óleo quente, o suficiente

Modo de Preparo:


Misture bem em uma tigela a margarina e o caldo de carne. Passe uma camada dessa pasta dentro de cada bife. Deixe descansar por 30 minutos. Em seguida, dobre as fatias de presunto e de queijo no sentido do comprimento. Coloque dentro do bife uma fatia de cada e prenda com palitos. Faça o mesmo com o restante dos bifes. Passe-os na farinha de trigo, no ovo e na farinha de rosca. Frite os bifes empanados no óleo quente, virando-os até que fiquem dourados por inteiro.

sábado, 20 de março de 2010

Yakisoba !!!


100 mililitro (ml) de água fria
2 colher(es) de sopa de amido de milho
1 pacote(s) de macarrão para yakisoba
1/2 acelga japonesa cortada em pedaços pequenos
1/2 cebola picada
1/2 couve-flor cortada em pedaços
1/2 acelga chinesa picada
1/2 repolho cortado em pedaços
1/2 cenoura cortada em rodelas finas
1/2 cabeça de brócolis ninja cortado em pedaços Carnes
20 mililitro (ml) de óleo
1/2 colher(es) de sopa de alho moído
1/2 colher(es) de sopa de glutamato monossódico
1/2 colher(es) de sopa de pimenta branca
1/2 colher(es) de sopa de sal
150 grama(s) de filé mignon cortado em tiras
150 grama(s) de frango cortado em tiras Molho
20 mililitro (ml) de óleo de gergelim
1 pitada(s) de pimenta do reino branca
10 grama(s) de glutamato monossódico
50 grama(s) de açúcar
20 mililitro (ml) de molho de soja
Modo de preparo
Carnes
Tempere a carne e o frango. Despeje 20 ml de óleo de soja na frigideira. Frite a carne e o frango por apeoximadamente oito minutos. Reserve.Molho
Em uma panela, adicione todos os ingredientes do molho. Quando começar a ferver, adicione o frango e a carne já previamente preparados e os legumes picados.Quando o caldo voltar a ferver, adicione a maisena diluída na água. É ela que vai engrossar o molho. Mexa delicadamente por cinco minutos, misturando bem os ingredientes.Desligue o fogo e coloque a mistura sobre o macarrão. Sirva a seguir.


Receita do restaurante MussashiR. XV de novembro, 41 – loja 1.Tel: (11) 3106-1984

quinta-feira, 18 de março de 2010

Pirarucu Grelhado !!!


Ingredientes:
Pirarucu.

5 postas de 200g de pirarucu fresco

Sal e pimenta a gosto

Azeite extravirgem
Molho de coco

1/2 cebola picada

75ml de leite de coco

500ml de creme de leite fresco

10g de gengibre ralado

5g de capim-limão

1 dente de alho

5g de tomate sem pele e sem semente

10g de cebolinha picada

1pimenta dedo-de-moça

10g de coco em flocos

10g de manteiga sem sal

Sal e pimenta a gosto

Purê de batata-doce:


3 litros de água filtrada

1,5kg de batata-doce sem casca

50ml de leite

150g de manteiga sem sal

Sal e pimenta a gosto


Purê de abóbora:

25ml de azeite extravirgem

2 cebolas picadas

1,5kg de abóbora japonesa sem casca

500g de abóbora de pescoço sem casca

1 folha de louro

500ml de caldo de legumes

50g de manteiga sem sal

1 ramo de tomilho

Sal e pimenta a gosto

Modo de Preparo:


PirarucuTempere o pirarucu com sal e pimenta. Grelhe em uma frigideira com um fio de azeite extravirgem. Reserve.
Molho de cocoEm uma panela já aquecida, doure a cebola. Acrescente leite de coco, creme de leite, sal, pimenta, gengibre e capim-limão. Cozinhe até reduzir pela metade. Peneire e adicione os demais ingredientes.
Purê de batata-doceEm uma panela coloque a água. Acrescente as batatas cortadas em tamanhos iguais ecozinhe até que estejam todas macias. Escorra e passe em uma peneira fina. Coloque em uma panela e leve ao fogo brando. Adicione o leite e a manteiga bem gelada cortada em cubos. Tempere com sal e pimenta a gosto.
Purê de abóboraEm uma panela, coloque o azeite extra-virgem e a cebola, refogue. Acrescente as abóboras cortadas em tamanhos iguais, o louro e o caldo de legumes aos poucos. Deixe cozinhar em fogo baixo, com a panela tampada.Em outra panela, coloque a manteiga e o tomilho e refogue até quase queimar. Reserve.Quando a abóbora estiver cozida e seca, acrescente a manteiga reservada. Passe na peneira e tempere com sal e pimenta.
MontagemNo prato, coloque o pirarucu grelhado, uma porção do purê de abóbora e outra do purê de batata-doce ao lado. Regue com o molho e decore com salsinha.
Receita cedida pela chef Ana Luiza Trajano, do restaurante Brasil a Gosto, em São Paulo

terça-feira, 16 de março de 2010

Cookies de Chocolate !!!


Ingredientes:
1 ½ tablete de manteiga sem sal

1 xícara (chá) de açúcar mascavo

½ xícara (chá) de açúcar cristal

2 colheres (chá) de extrato de baunilha

2 ovos grandes

2 ¼ xícara (chá) de farinha de trigo

1 colher (chá) de fermento em pó

½ colher (chá) de bicarbonato de sódio

1 xícara (chá) de raspas de chocolate meio-amargo

1 xícara (chá) de amendoim salgado

Modo de Preparo:


Derreta a manteiga no microondas. Deixe esfriar por cerca de 5 minutos. Em uma vasilha, bata a manteiga, o açúcar mascavo e o açúcar cristal em uma batedeira. Em seguida, adicione o extrato de baunilha e os ovos. À parte, junte a farinha de trigo, o fermento em pó e o bicarbonato de sódio e vá adicionando à mistura de ovos. Por último, coloque as raspas de chocolate e o amendoim. Deixe descansar por cerca de 20 minutos na geladeira.
Enquanto isso, aqueça o forno à temperatura de 160ºC. Forre uma assadeira grande com papel vegetal. Molde a massa resfriada em discos espessos de cerca de 6,5 cm de diâmetro e 1 cm de espessura (um pouco menos de 3 colheres de sopa de massa para cada cookie). Coloque os cookies na assadeira, deixando um espaço de 3 cm entre eles. Leve ao forno e deixe assar por cerca de 15 minutos ou até os cookies dourarem nas bordas e ficarem crocantes no centro. Retire do forno e deixe esfriar. Guarde-os em um recipiente hermético.

domingo, 14 de março de 2010

Filé Mignon com Molho Oriental e Cake de Risoto !!!


Ingredientes:



500 grama(s) de filé mignon cortado na ponta da faca (2 cm)
3 colher(es) de sopa de óleo de milho ou canola
2 cebolas roxas em tiras finas
3 dente(s) de alho picados
2 colher(es) de sobremesa de gengibre ralado
1/4 xícara(s) de chá de molho teriaki
2 colher(es) de sopa de molho de ostra
400 mililitro (ml) de molho roti
1 colher(es) de sopa de folhas pequenas de manjericão branqueadas
sal e pimenta a gosto Risoto:
400 grama(s) de arroz arbóreo
4 colher(es) de sopa de manteiga
1 colher(es) de sopa de azeite de oliva
1/2 litro(s) de caldo de galinha
1 colher(es) de sopa de cebola ralada
1/2 xícara(s) de chá de vinho branco seco
1 colher(es) de sobremesa de curry
1/4 de canela em casca
3 grãos de cardamomo
sal a gosto
Modo de preparo
Tempere a carne com sal e pimenta. Frite-a no óleo aos poucos, para não juntar água. Reserve. Separadamente, refogue a cebola roxa, o alho e o gengibre em uma colher (sopa) de óleo. Junte as iscas, o molho teryaki, o molho de ostra e o roti. Deixe levantar fervura, acrescente o manjericão branqueado e sirva imediatamente. Risoto:
Refogue a cebola em metade da manteiga e o azeite. Junte o arroz e refogue mais um pouco. Adicione o vinho branco e deixe evaporar. Junte o curry, o cardamomo e a canela. Aos poucos, acrescente o caldo de legumes (ele deve estar em ponto de fervura), sem parar de mexer, (por cerca de 16 minutos). Quando estiver al dente, coloque a manteiga restante e mexa bem. Desligue o fogo.Pré-aqueça o forno por 10 minutos. Retire o cardamomo e a canela do arroz. Numa assadeira, espalhe o risoto com altura de 2 cm e leve ao forno quente por cerca de 15 minutos ou até dourar. Deixe esfriar bem e sirva com a carne. Montagem:
Com um aro e a ajuda de uma espátula, enforme o risoto, coloque-o no prato de servir e leve-o ao forno em fogo baixo para mantê-lo aquecido. Enquanto isso, aqueça a carne. Coloque-a sobre o cake e sirva imediatamente.

quinta-feira, 11 de março de 2010

Bolinho de Camarão !!!


100 grama(s) de farinha de trigo

1 quilo(s) de batatas asterix cozidas e amassadas

500 grama(s) de camarão fresco ou descongelado limpo

100 grama(s) de cereal de milho sem açúcar

500 grama(s) de farinha de rosca

2 1/2 colher(es) de sopa de margarina

10 colher(es) de sopa de requeijão cremoso

cebola e alho a gosto

salsinha, sal, limão, azeite de oliva a gosto azeite de dendê e temperos a gosto.


Modo de preparo:


Para fazer o recheio, lave bem o camarão com água e limão, refogue com dendê e os temperos e reserve.

Empanado:

Bata no liquidificador a farinha de rosca com o cereal e reserve.

Massa:

Em uma vasilha, coloque a batata amassada, a margarina e a farinha (aos poucos) e amasse bem todos os ingredientes com a mão, até dar liga. Monte os bolinhos abrindo a massa (cerca de 30 gramas) na palma da mão. Coloque um pouquinho de requeijão e de camarão refogado. Feche as bolinhas e passe na farinha de rosca com o cereal e frite em óleo bem quente rapidamente até dourar.

quarta-feira, 10 de março de 2010

Pão de Banana Frutado !!!



Ingredientes:
1/2 xícara (chá) de damascos secos

1/3 xícara (chá) de suco de laranja

1 tablete de manteiga sem sal

1 1/3 xícara (chá) de farinha de trigo

2 colheres (chá) de fermento em pó

1/2 colher (chá) de bicarbonato de sódio

1/2 colher (chá) de sal

3/4 xícara (chá) de açúcar

Raspas de uma laranja

2 ovos grandes

3 bananas nanicas maduras e amassadas

1/2 xícara (chá) de castanhas variadas picadas

1 colher (sopa) de açúcar demerara

Modo de Preparo:
Corte os damascos em cubos. Coloque-os em uma panela junto com o suco de laranja. Deixe ferver e, em seguida, retire do fogo. Reserve até que os damascos tenham absorvido o líquido por completo, por cerca de 1 hora.
Aqueça o forno à temperatura de 160ºC. Coloque uma assadeira no forno. Unte com óleo uma forma de pão (22cm x 12cm). Derreta a manteiga no microondas e reserve.
Em uma tigela, junte a farinha de trigo, o fermento em pó, o bicarbonato de sódio e o sal. Reserve. Em uma tigela grande, misture o restante da manteiga, ¾ de xícara de açúcar e as raspas de laranja. Misture os ovos, um de cada vez, em seguida amasse as bananas, os damascos e as castanhas. Despeje a mistura de farinha, um terço de cada vez, misturando bem depois de cada adição. Coloque a massa na forma e polvilhe por cima o açúcar demerara. Leve ao forno por cerca de 1 hora. Coloque a forma sobre uma grade para esfriar. Para servir, remova o pão da forma e corte-o em fatias finas. Sirva em temperatura ambiente.

terça-feira, 9 de março de 2010

Receitas de Smoothie !!!


Smoothie clássico:

1 xícara de morango congelado

1 banana nanica congelada

1 pote de iogurte natural

Suco de 1 limão tahiti


Smoothie martinica:

½ xícara de morango congelado

½ xícara de amora congelada

½ xícara de framboesa congelada

1 banana nanica congelada

2 potes de iogurte natural light

Calda de frutas vermelhas para decorar Smoothie santorini 2 xícaras de melancia picada 1 xícara de morango congelado 2 bolas de sorbet de limão (sorvete à base de água) Calda de frutas vermelhas para decorar.

segunda-feira, 8 de março de 2010

Certos sucos previnem, enquanto outros elevam risco de pedras nos rins!!!


A afirmação:
Suco de fruta pode prevenir a formação de pedras nos rins.
Os fatos:
Mais de um milhão de americanos sofrem com pedras nos rins todos os anos, muitas vezes sentindo dores insuportáveis.
Além de medicação para evitar a formação de pedras nos rins, os pacientes muitas vezes são orientados a estabelecer mudanças na alimentação. Uma delas é passar a tomar mais suco de frutas cítricas. O citrato presente nas frutas reduz a formação de pedras de oxalato de cálcio (o tipo mais comum) e diminui a acidez da urina, mais ou menos como o citrato de potássio, medicação para pedras nos rins.
Porém, nem todos os sucos têm o mesmo efeito. Limonada ou suco de limão diluído são as recomendações usuais para pessoas com pedras nos rins. Entretanto, um estudo financiado pelo Instituto Nacional de Saúde, em 2006, comparou a limonada com o suco de laranja em pacientes com pedras nos rins e descobriu que três copos de suco de laranja por dia – associados a outras mudanças alimentares em pacientes com pedras nos rins – fizeram um trabalho melhor ao aumentar os níveis de citrato e diminuir a acidez da urina, em comparação à limonada e à água destilada.
Há também o suco de cranberry e de maçã, que, segundo os estudos, são bons para alguns tipos de pedras e ruins para outros. Eles aumentam o risco de recorrência de pedras de cálcio, mas ajudam a prevenir um subconjunto muito menos comum de pedras nos rins chamado de brushita. Por outro lado, o suco de toranja (grapefruit) aumenta o risco em geral. Um grande estudo publicado no The Annals of Internal Medicine descobriu que um copo por dia aumenta o risco de formação de pedras nos rins em 44%.
Conclusão
Alguns sucos de frutas protegem contra as pedras nos rins; outros aumentam o risco de recorrência.

sábado, 6 de março de 2010

Macarrão com Filé e Ervilha Torta !!!


Soba-no-wok:

para 2 comensais


- 1 saquinho de caldo de peixe

- 600ml de água

- 1 punhado de soba noodles (cerca de 100g)

- 400g de filet mignon em tiras- ervilhas tortas

- 2 colheres de sopa de molho de ostras

- pimenta do reino a gosto

- shoyu a gosto

- óleo de canola


Ferva a água e dissolva nela o caldo de peixe. Cozinhe o macarrão soba nesse caldo, conforme as instruções do pacote. Enquanto o macarrão cozinha, aqueça um pouco de óleo em um wok. Refogue a carne cortada em tiras no wok. Acrescente as ervilhas tortas cortadas em pedaços grandes. Quando o soba estiver pronto, escorra e reserve o caldo do cozimento. Coloque o soba no wok e acrescente o molho de ostras e uma concha pequena do caldo reservado (ou a quantidade suficiente para fazer um pouco de molho, sem exagero). Tempere tudo com pimenta do reino e shoyu e coloque os hashis para trabalhar.

quarta-feira, 3 de março de 2010

Nhoque recheado com requeijão !!!


Ingredientes:


Nhoque1kg de batatas cozidas e espremidas

2 ½ xícaras (chá) de farinha de trigo

2 gemas

1 colher (sopa) de margarina

Sal a gosto

Água, o suficiente para cozinhar os nhoques
Recheio:

1 xícara (chá) de requeijão cremoso
Molho:

4 colheres (sopa) de azeite de oliva

½ xícara (chá) de cebola picada

2 dentes de alho picados

1 xícara (chá) de molho de tomate

1 xícara (chá) de água

1 colher (sopa) de orégano

Sal e pimenta-do-reino a gosto.

Queijo tipo parmesão ralado a gosto para polvilhar

Modo de Preparo:


Refogue o alho e a cebola do molho com o azeite. Acrescente o molho de tomate, a água e os temperos e deixe cozinhar por aproximadamente 10 minutos em fogo médio. Reserve.
Coloque as batatas cozidas e espremidas previamente sobre uma superfície lisa e polvilhada com farinha de trigo. Adicione as gemas, a margarina e o sal. Misture tudo com as mãos, acrescentando a farinha de trigo aos poucos.
Quando a massa estiver uniforme, estique em pequenos rolos e corte em pedaços médios.
Faça uma cavidade em cada um e coloque um pouco de requeijão dentro, fechando-os e pressionando levemente sobre um garfo. Cozinhe em uma panela com água e sal até levantar fervura. Disponha os nhoques sobre um refratário e cubra com o molho de tomate. Polvilhe queijo parmesão por cima e sirva.

terça-feira, 2 de março de 2010

Risoto de camarão e legumes !!!




Ingredientes:
300g de arroz arbóreo


30g de manteiga


2 tabletes de caldo de peixe (ou legumes)


1 litro de água


30g de alho-poró


½ cebola picada


30g de camarão cozido


30g de kani kama


30g de palmito


30g de cenoura


30g de tomate seco


30g de queijo tipo minas


Salsa e manteiga a gosto

Modo de Preparo:
Em uma panela pré-aquecida, doure a cebola na manteiga e acrescente o arroz. Frite por aproximadamente dois minutos, misture bem. Espere evaporar. Adicione um pouco do caldo de peixe dissolvido em 1 litro de água fervente e uma pitada de sal. Acrescente mais caldo à medida que o arroz for secando, mexendo seguidamente, até secar, sem deixar de ficar úmido. Quando o arroz estiver quase no ponto (al dente) misture alho-poró, camarão, palmito, kani, cenoura e tomate seco. Mexa durante dois minutos, desligue o fogo e adicione a manteiga, a salsa e o queijo. Mexa e sirva em seguida.

sábado, 27 de fevereiro de 2010

Faça Seu Fermento !!!



POR ROBERTA MALTA

FOTOS TADEU BRUNELLI

Presente em nove entre dez receitas de pão, o fermento pode ser comprado em qualquer supermercado ou padaria. O que muita gente não sabe é que esse ingrediente milenar, que confere aos pães aquela textura leve e crocante, pode ser cultivado em casa, dando um upgrade a essas tentações. Tratado por alguns chefs e gourmands como uma espécie de “bichinho de estimação”, ele é uma massa esbranquiçada que é capaz de se multiplicar mais rápido que coelhos, gerando muitos “filhotes”. Isso porque todo fermento nada mais é que um fungo que, se bem alimentado, se reproduz freneticamente. Para criá-lo, basta lançar mão de qualquer fruta seca (quanto mais esbranquiçada ela for, melhor) em um copo de água e, regularmente, adicionar farinhas de trigo e de centeio ao caldo. Os adeptos são tão obcecados por seus aromas e sabores característicos que percebem de longe quando ele faz parte da receita. “O fermento cultivado tem cheiro próprio, mais pronunciado”, diz a chef paulista radicada em Tóquio Mari Hirata. Sua levedura de figo já completou 15 anos e está espalhada pelo mundo afora. “Todos os meus alunos já têm ‘filhos’ e ‘netos’ gerados a partir desse fermento mãe”, afirma Mari, que ministra aulas no Japão, no Brasil e na França. Outra chef que “cria” e “alimenta” seu “filhote” com uma dedicação de contornos igualmente maternos é Roberta Sudbrack, do restaurante que leva seu nome, no Rio de Janeiro. Desde que o criou, há quatro anos, a carioca não se separa dele por nada – e até o batizou. “Dei a ele o nome de Lorenzo em homenagem ao padroeiro dos cozinheiros”, diz. O exemplar de Roberta nasceu de um punhado de uvas-passas e, para mantê-lo vivo no decorrer do tempo, incluindo os 15 dias anuais de férias coletivas, a chef divide a massa com sua brigada. “Aí vai um pedaço para Pernambuco, outro para Paris... O Lorenzo tem até cartão de milhagem”, afirma Roberta, cuja primeira providência ao voltar do período de descanso é reunir “irmãos” e “primos” como uma grande família. Se o processo de criação é simples, mantê-lo vivo, em contrapartida, pode ser uma tarefa um tanto trabalhosa. Quem já o cultivou garante que requer atenção especial como um animal de estimação, mas com a vantagem de não precisar ser domesticado. O fermento deve ser “alimentado” semanalmente e cresce tanto que, se não for usado com determinada constância, pode tomar conta da geladeira. Mari Hirata afirma que o “bichinho” é tão generoso que, quando precisa fazer uma quantidade grande de pães, ela guarda uma única colher (de sopa) do produto e ele volta a crescer normalmente. Tem vida própria, ninguém pode negar.Mão na massaO passo a passo e as dicas da chef Mari Hirata para ter seu próprio fermento.


1. Em uma vasilha com tampa, coloque 4 figos secos e cubra-os de água. Deixe-a em um lugar escuro e na temperatura em torno de 25 ºC.


2. Depois de três dias, quando atingir a aparência de estar “espumando” como cerveja, estará no ponto. Importante: todos os dias o líquido deverá ser mexido com uma colher, para não embolorar.


3. Coe os figos e, com uma colher, misture a farinha ao líquido em que estavam. (O glúten da farinha alimenta os micro-organismos presentes no fermento).


4. Deixe em temperatura ambiente de um a três dias, colocando 2 colheres (sopa) de farinha por dia, até a mistura fermentar a ponto de dobrar de volume. Se a massa não tiver crescido no primeiro dia, adicione mais farinha.


5. Depois de pronto, guarde o fermento na geladeira.


6. Toda vez que for usá-lo, realimente-o acrescentando farinha e água até formar uma massa com consistência de massa de bolo. Se não for usá-lo, dispense um pedaço do fermento. Faça isso, no mínimo, uma vez por semana.


Dicas da chef1. Qualquer fruta seca serve como base para fazer o fermento. Quanto mais esbranquiçada ela for, melhor.


2. Não use água filtrada, pois o cloro mata os micro-organismos.


3. Para o pão ficar mais leve sempre acrescente outro tipo de farinha, com atenção, para a quantidade não passar de 40% em relação à farinha de trigo.


4. Prefira farinhas ricas em glúten. As de centeio, integrais, de aveia ou de trigo sarraceno não servem, pois contêm pouco glúten.


5. Se não quiser fazer o pão depois da primeira fermentação (de 6 a 8 horas), retire o “gás” da massa, passando uma espátula, e leve-a à geladeira. Repita a operação sempre que o fermento crescer de novo.


6. Nunca coloque sal no início da receita, a não ser que a massa seja sovada por 20 minutos, pois ele impede que a água penetre na farinha, além de ser um excelente antibactericida e impedir que outras culturas se desenvolvam. O correto é acrescentá-lo depois de a massa ter crescido por 15 minutos. Nesse momento, o glúten já terá se expandido, e a farinha estará elástica. Vale lembrar que o sal é que dá a cor e confere o sabor a esse pão, já que a receita leva pouco açúcar e não se usa gordura.


Pão da Mari:


1 unidade700 g de farinha de trigo

300 g de fermento

100 g de farinha de centeio

15 g de sal

5 g de açúcar invertido (pode ser substituído por glucose de milho)

500 ml de água


1- Misture todos os ingredientes (exceto o sal) com uma colher, umedecendo a farinha o máximo possível

2 Cubra e deixe descansar por 15 minutos.

3 Incorpore o sal e misture bem com as mãos ou na máquina até ele se dissolver por completo (não é preciso sovar).

4 Deixe a massa descansar entre 6 e 8 horas em uma vasilha coberta com filme plástico, em lugar fresco com temperatura em torno de 15 ºC (coloque no compartimento de vegetais da geladeira; depois disso, a massa deve ter no mínimo dobrado de volume).

5 Modele o pão e deixe-o descansar na assadeira por mais 1 ou 2 horas, ou até dobrar de volume. 6 Asse por 10 minutos em forno preaquecido a 300 ºC borrifando água de 2 em 2 minutos.

7 Abaixe a temperatura do forno para 250 ºC e deixe o pão por mais 10 minutos borrifando água mais 5 vezes até o fim do processo (isso torna o pão maior, mais crocante e com a casca mais fininha).

8 Dependendo da cor do pão, abaixe o forno para 200 ºC ou 220 ºC.

9 Com essa mesma temperatura, mantenha-o no forno por mais 1h10.


Receita da chef consultora paulista Mari Hirata

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Costelinhas ao molho de tangerina !!!





Ingredientes:


½ quilo de costelinha de porco

Suco de 1 limão

2 dentes de alho amassados

3 colheres (sopa) de molho soja

Sal e pimenta-do-reino a gosto

2 colheres (sopa) de óleo


Molho:

½ xícara (chá) de cebola picada

2 colheres (sopa) de margarina

1 xícara (chá) de vinho tinto

2 tangerinas

2 colheres (sopa) de salsinha picada

Sal e pimenta-do-reino a gosto

Modo de Preparo:


Tempere a costelinha com o limão, o alho, o molho de soja, o sal e a pimenta-do-reino. Deixe por uma hora antes de colocar em um refratário para levar ao forno. Regue-as com óleo e coloque no microondas por 16 a 18 minutos em potência média. Vire-as de lado durante metade do cozimento. Selecione a opção dourar e deixe por mais dez minutos. Para o molho, cozinhe em outro refratário a cebola e a margarina no microondas por quatro minutos na potência alta. Retire, acrescente o vinho e as polpas da tangerina e leve ao forno por mais seis minutos. Retire e bata tudo no liquidificador. Junte a salsinha picada, o sal e a pimenta-do-reino. Cubra as costelas e sirva quente.

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Bolo de fubá Romeu e Julieta !!!


Ingredientes:


1 xícara (chá) de leite

1 ½ xícara (chá) de açúcar

1 xícara (chá) de óleo

3 ovos

2 xícaras (chá) de farinha de trigo

1 xícara (chá) de fubá

100g de goiabada cortada em cubos pequenos

100g de queijo tipo minas cortado em cubos pequenos

1 colher (sopa) de fermento em pó



Modo de Preparo:
Unte e enfarinhe uma fôrma de bolo média. Reserve. Pré-aqueça o forno em temperatura média (180ºC). Bata no liquidificador o leite, o açúcar, o óleo e os ovos. Coloque em uma tigela, junte a farinha, o fubá e misture bem. Acrescente os cubos de goiabada e de queijo, misturando delicadamente. Acrescente o fermento. Coloque na fôrma reservada e leve ao forno por cerca de 50 minutos. Deixe amornar e desenforme.

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Com 41% de álcool, empresa lança cerveja mais forte do mundo !!!


Você tem vontade de apreciar uma cerveja como se estivesse bebendo pinga? Com 41% de graduação alcóolica, percentual semelhante ao de destilados como vodcas e cachaças, a cervejaria escocesa BrewDog lançou a cerveja com o mais elevado teor de álcool do mundo.A nova bebida fermentada é 1% mais forte que a cerveja alemã Schorschbock. Por isso, só poderia ser batizada com o nome Sink the Bismarck (Afunde o Bismarck, em tradução livre), em alusão a um imponente navio alemão da 2ª Guerra Mundial.Com tamanha graduação alcólica, apreciar com moderação é fundamental. "É importante ter cuidado ao beber esta cerveja. É preciso respeitá-la", disse James Watt, proprietário da BrewDog, segundo a BBC."É ignorância pensar que uma cerveja não pode ser apreciada de forma responsável como um copo de vinho fino. A Sink the Bismarck deve ser apreciada em espírito e sob medida", finalizou.Só para se ter uma ideia, a cerveja tipo Pilsen, a mais consumida no Brasil, tem graduação alcóolica entre 3,5% e 5%.

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

Neste carnaval, siga a tradição e experimente uma canja depois da folia !!!





Um alimento reconfortante, nutritivo e que ajuda a repor energias. Que tal uma canja depois da folia dos bailes de carnaval? A ideia nada tem de atual. Ela, na verdade, é uma tradição que remete aos tempos do Império brasileiro, segundo o historiador e professor de gastronomia da Universidade Anhembi Morumbi Ricardo Maranhão. “Nos bailes do segundo Império, como o imperador gostava muito de canja, criou-se a tradição de servir a sopa depois do baile, o que posteriormente migrou para outros tipos de festas”, conta Maranhão.A relação entre d. Pedro 2o (1825-1891) e a canja é famosa. No livro “A canja do imperador”, o autor J. A. Dias Lopes relata que seria impossível calcular quantas vezes o soberano teria saboreado o prato em seus 66 anos de vida. No mesmo texto, explica a origem da sopa, que, oriunda da Ásia, chegou ao Brasil depois de ter feito uma escala em Portugal.Hoje em dia, a canja é um alimento brasileiríssimo. A receita mais conhecida leva basicamente arroz, legumes e carne de galinha. Quem nunca ficou doente e foi aconselhado a tomar um prato substancioso de canja de galinha? Suas características revigorantes também podem explicar porque ainda encontramos o caldo depois dos bailes do carnaval em certas regiões brasileiras. “No interior, nas cidades do sul, sudeste e também nordeste, este costume ainda persiste”, garante o jornalista Dias Lopes. “No Rio de Janeiro, o carioca tem o costume de tomar a canja e outros tipos de caldos depois da bebedeira. A ideia é rebater os efeitos do álcool antes de ir para a cama”, explica Celso Coelho Tavares Jr., sócio do Restaurante Café Lamas, tradicional local frequentado principalmente por boêmios no bairro do Flamengo. “A canja está em nosso cardápio desde que abrimos a casa, há 135 anos”, conta.No Clube Centro Avareense, na cidade de Avaré (SP), a canja nos bailes de carnaval começou a ser servida no restaurante, localizado no subsolo do salão principal, na década de 70. “A festa era muito grande e terminava com o amanhecer. A canja chegava como café da manhã e era uma verdadeira mania, todos queriam e havia até fila”, lembra Elias Almeida Ward, 80, então diretor social do clube naquela época, cargo que ocupou por 20 anos.Para a nutricionista Michelle Ferreira De Simone, da Clínica Perfetta, tomar um prato de canja depois de uma atividade física, como um baile de carnaval, é muito recomendável. “É um excelente alimento que ajuda na hidratação, rico em vitaminas, minerais, proteínas e carboidratos para repor as energias perdidas durante a folia”, explica. “Descobriu-se que além de nutritiva, a canja possui propriedades antiinflamatórias e pode ser uma ótima aliada na recuperação de doenças como gripes e resfriados, na recuperação do cansaço e também da ressaca”.Bruno Salles, integrante do grupo Partideiros do Cacique, nova geração do bloco carnavalesco carioca Cacique de Ramos, lembra do prato quando era criança e ia com seus avôs, Oscar e Olinda Zacarias, aos ensaios do GRES (Grêmio Recreativo Escola de Samba) Em Cima da Hora. “Minha avó era responsável pelo departamento feminino, que sempre preparava, entre demais pratos, a canja para ser servida após os ensaios”, conta. “A canja é um tipo de comida que, no samba, a pessoa come para melhorar seu estado, quando já bebeu e pulou a noite toda”, considera Bruno.

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

Entre Umas e Ostras !!!




Seu único exercício é dormir. O prazer, comer. Conheça os diferentes tipos de ostra, receitas e dicas para comprar





Sem pé nem cabeça, ela não se mexe, não morde, não faz barulho. Mas a textura, o sabor e o aspecto são bem peculiares. A ostra, definitivamente, não pode ser acusada de provocar indiferença. Coleciona paladares apaixonados, espantados ou dos que torcem o nariz. Dentro da concha rugosa, firme e de coloração escura, está uma das iguarias mais celebradas entre os amantes da boa mesa.“A ostra geralmente é comida da maneira mais simples do mundo: é aberta, arrancada, regada com algumas gotas de limão e engolida.” Também pode ser mergulhada em molho com vinagre, pimenta-do-reino e chalota. Assim já escrevia no século XVII Alexandre Dumas (1802-1870), consagrado autor de Os Três Mosqueteiros e, também, responsável pelo Grande Dicionário de Culinária, uma obra de publicação póstuma – boa referência bibliográfica para quem gosta de comida - cuja edição brasileira é da Jorge Zahar Editor.
O molusco da família dos bivalves tem sabor delicado. É leve, ideal para ser consumido nos dias de calor. Pode ser frito, cozido ou grelhado. “Mas nada se compara ao sabor da ostra fresca, recém aberta”, diz o chef francês Erick Jacquin, que em São Paulo é dono da Brasserie Erick Jacquin e também do Le Buteque, onde acaba de inaugurar um balcão de gelo para servir ostras frescas do Pacífico, ao estilo francês. “Servimos cruas, como nas ruas da França, acompanhadas apenas de molho vinagrete feito com cebolas roxas. Não coloco nem óleo de oliva para não alterar o sabor”. “Os franceses comem ostras o ano inteiro, mas costumam saborear mesmo nos meses que terminam com R, que vão de outubro a março, quando a qualidade da safra é melhor devido ao clima mais frio", conta Jacquin. Isso explica a tradição local que aplica ostras em quase 100% dos cardápios de Ano Novo. "É apenas uma questão de sazonalidade, as melhores dão nessa época e, por isso, muitos pratos do Natal e réveillon franceses são à base dela", pontua Jacquin. No Brasil, a melhor safra também é o inverno. Mas os brasileiros adoram consumir ostras na praia durante o verão. "Aqui, o auge da produção é entre maio e agosto. Os meses mais frios do ano", explica Cláudio Blacher do gerenciamento do Laboratório de Moluscos Marinhos da Universidade Federal de Santa Catarina. Blacher acrescenta que as condições de temperatura das água catarinenses são o limite para se criar ostra do Pacífico. "Em águas mais quentes, nos estados mais ao norte é inviável, ela não sobrevive". Seu único exercício é dormir e seu único prazer, comerA ostra é descrita por Dumas como um dos moluscos mais “deserdados” da natureza. “Seu corpo adere às duas valvas de sua concha por meio de um músculo poderoso, com a ajuda do qual ela a abre e fecha. Tampouco possui órgão de locomoção: seu único exercício é dormir e seu único prazer, comer. Como não consegue ir atrás da refeição, a refeição é que vai procurá-la, sendo-lhe entregue pelo movimento das marés.” Parece poesia. Para os fãs da ostra no modo clássico, a graça está justamente em sentir o frescor do molusco ainda pesado por reter em si um pouco da água em que foi cultivado. E são as características do habitat os principais determinantes do sabor do produto. Mesmo ostras de uma mesma espécie podem oferecer diferentes notas, explica o jovem chef Thomas Troisgros, do 66 Bistrô, no Rio de Janeiro. “Algumas serão mais salgadas, outras mais adocicadas e, às vezes, com gosto de algas verdes”.

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Isca de Peixe Crostão !!!



Ingredientes:


File de Peixe (Tilapia)

Queijo Parmesão (Ralado)

1 colher de Farinha de Trigo Maizena

1 Ovo Limão

Modo de preparo:


Corte o peixe em iscas, coloque o suco de limão a gosto, misture uma colher de farinha de trigo e um ovo. Separado, misture o queijo ralado com a maizena e empane as iscas na mistura. Depois frite no óleo e sirva com um limão e um molho Americano.

Observações:
Molho Americano: O molho é feito com mostarda, maionese e catchup e conhaque

domingo, 7 de fevereiro de 2010

Focaccia de Mussarela de Búfala !!!


Ingredientes:


Massa:


250 mililitro (ml) de água morna
500 grama(s) de farinha de trigo
25 grama(s) de fermento de pão
1/2 colher(es) de sopa de açúcar
1/2 colher(es) de sobremesa de sal
2 colher(es) de sopa de azeite


Recheio:


12 tomates cereja cortados em quatro
400 grama(s) de mussarela de búfala cortada em cubos
50 mililitro (ml) de azeite
sal a gosto
folhas de manjericão a gosto

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Tortinha Paulista de Amendoin !!!




Ingredientes:


- biscoito maizena

- 1 xícara de leite

- 3 gemas- 1 xícara de açúcar

- 1 colher de sopa de manteiga

- essência de baunilha (opcional)

- amendoim torrado sem sal

- 2 colheres de sopa de açúcar

- 4 balas de amendoim



Modo de Preparo:


Em uma frigideira seca, aqueça o amendoim com as 2 colheres de açúcar, deixando dourar. Desligue o fogo, deixe esfriar e processe ou pique o amendoim, fazendo uma farofa doce. Reserve.Numa panela pequena, misture o leite, as gemas, a xícara de açúcar, a manteiga e a baunilha, se quiser. Leve ao fogo baixo e cozinhe, mexendo sempre até engrossar e borbulhar levemente. Tire do fogo e deixe esfriar um pouco. Unte um refratário com manteiga e disponha sobre o fundo alguns biscoitos. É importante deixar espaço entre os biscoitos, para que o creme umedeça-os por completo. Despeje um pouco de creme por cima (e algum amendoim, se quiser) e comece uma nova camada, sempre intercalando biscoitos e creme, até acabar com uma camada de creme. Cubra com a farofa de amendoim e deixe em geladeira por algumas horas antes de servir. Ao servir, salpique com bala de amendoim triturada, para fazer um falso-praliné. E se a Tortinha ficar muito tempo na geladeira e ressecar, despeje antes uma calda de açúcar (mesma medida de açúcar e água, fervidos) sobre o amendoim. Rende 4 porções.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Bolinho de Mandioquinha com Parma e Mussarela de Búfala !!!






Ingredientes:


500 g de mandioquinha pré-cozida

100 g de mussarela de búfala em pedaços pequenos

100 g de presunto cru em tirinhas

1 ovo

1/2 xícara (chá) de farinha de trigo

1 ramo de salsinha picado

1 ramo de alecrim picado

sal, pimenta-do-reino branca

farinha de rosca e óleo


Modo de Preparo:


1 Amasse a mandioquinha pré-cozida com um garfo ou passe-a no espremedor. 2 Tempere com sal, pimenta-do-reino e junte as ervas picadas e o ovo; misture bem. 3 Acrescente a farinha de trigo aos poucos até que adquira uma consistência para formar boli-nhas com as mãos; se necessário, acrescente mais farinha. 4 Com as mãos untadas de óleo, forme bolas do tamanho de uma bolinha de pingue-pongue e recheie cada uma com ti-rinhas de presunto cru e um pedacinho de mussarela de búfala. 5 Passe cada bola na farinha de rosca e frite em bastante óleo em fogo médio; escorra em papel absorvente e sirva em seguida.

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Batatas ao Murro !!!






Ingredientes:


4 batatas grandes

2 l de água

4 colheres (sopa) de sal grosso

4 colheres (sopa) de azeite de oliva

alecrim a gosto

papel-alumínio


Modo de Preparo:


1. Sem descascar as batatas, lave-as bem sob água corrente. 2. Numa panela grande, coloque as batatas com a casca e 2 litros de água. Leve ao fogo médio e deixe cozinhar por 45 minutos. Transfira as batatas escorridas para um pano de prato limpo.3. Quando esfriar, dê um murro em cada batata. Elas devem ficar ligeiramente achatadas e abertas.4. Preaqueça o forno a 180ºC (temperatura média). 5. No fundo de uma travessa refratária, espalhe metade do sal grosso e disponha as batatas. Salpique o restante do sal, regue com o azeite e polvilhe com o alecrim. Cubra com papel-alumínio e leve ao forno preaquecido para assar por 15 minutos. Sirva quente com carnes, aves e especialmente com peixes.